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Ouro fecha em alta e retoma US$ 5 mil com decisão de Suprema Corte e PCE

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O ouro fechou em alta nesta sexta-feira, 20, em uma sessão volátil para o metal, que acabou recuperando o território dos US$ 5 mil a onça-troy perdido na quinta-feira. O destaque foi a decisão da Suprema Corte norte-americana negativa à imposição de tarifas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com efeitos incertos, inclusive sobre a inflação e os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Os dirigentes do BC observaram ainda a publicação do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) de dezembro.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em alta de 1,67%, a US$ 5.080,9 por onça-troy.

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Já a prata para março teve alta de 6,07%, a US$ 82,34 por onça-troy. Na semana, houve avanço de 0,69% e 5,6%, respectivamente.

O presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, afirmou que é difícil prever as consequências da decisão da Suprema Corte. Segundo ele, isso depende de fatores que incluem a reação das empresas sobre a medida.

Bostic também ressaltou que outra questão que deve ser analisada é se a administração americana dispõe de outras formas de impor as mesmas tarifas ou se está limitada por essas medidas.

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Apesar da Suprema Corte dos EUA ter decidido que a maioria das tarifas são ilegais, o mandatário norte-americano pode agora tentar impor tarifas com base em outra fundamentação jurídica, destaca o Commerzbank.

Em análise, o banco alemão alerta que a questão não está "completamente descartada", mesmo que o auge dos conflitos tarifários provavelmente já tenha passado.

O avanço do núcleo do PCE em dezembro não é "nenhuma surpresa", considerando os dados do CPI e do PPI, mas os integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) devem aguardar novos sinais de que a inflação do núcleo do PCE está retornando à meta de 2% antes de flexibilizar a política monetária novamente, de acordo com a Pantheon.

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