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Ouro fecha em alta, apesar de apetite por risco, impulsionado por dólar desvalorizado

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O contrato mais líquido do ouro fechou em alta nesta quinta-feira, 26, apesar da redução das tensões geopolíticas e o apetite por risco nos mercados. O grande catalisador é a desvalorização do dólar, o que torna o metal, cotado na moeda americana, mais barato para detentores de outras divisas. Nesta quinta, o índice DXY, que mede o ativo dos Estados Unidos ante seis outros, chegou em seu nível mais baixo em três anos. Entre as razões para o movimento, esteve a informação de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está planejando mudanças no Federal Reserve (Fed).

O contrato de ouro com vencimento em agosto avançou 0,14% na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), encerrando o dia em US$ 3.348,00 por onça-troy.

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O ouro cai na semana após uma forte liquidação na segunda-feira, 23, motivada pelo acordo de cessar-fogo entre Israel e o Irã. Ao mesmo tempo, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse em seu depoimento ao Congresso dos EUA que os planos tarifários do governo Trump vão alimentar a inflação, afirma David Morrison, da Trade Nation. Uma inflação mais alta reduziria as chances de um corte na taxa, um obstáculo para o ouro sem juros.

Na noite desta quarta, 25, reportagem do The Wall Street Journal informou que a exasperação de Trump em relação à abordagem cautelosa do Fed para reduzir as taxas de juros o estava levando a considerar acelerar o anúncio de sua escolha para suceder Powell. De acordo com o Swissquote Bank, um novo presidente do Fed provavelmente estaria mais disposto a cortar os juros, o que agradaria Trump, que insiste que os EUA não têm problemas de inflação. "No entanto, esse é o problema. Cortar os juros não garante que os rendimentos dos títulos cairão", pondera.

*Com informações Dow Jones Newswires.

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