Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ouro fecha dia em máxima histórica e acumula alta de 4% na semana com aposta em corte do Fed

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ouro fechou a sexta-feira, 5, em alta e voltou a renovar recordes, após dados fracos de emprego dos EUA impulsionarem expectativas por cortes de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Investidores também monitoram a demanda por bancos centrais e a desvalorização do dólar e dos rendimentos dos Treasuries - que competem com o metal dourado como ativos seguros.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro com vencimento em dezembro encerrou em alta de 1,29%, a US$ 3.653,30 por onça-troy, renovando maior nível histórico de fechamento, além de recorde de máxima a US$ 3.655,50 a onça-troy. Na semana, o metal precioso subiu 3,90%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O ouro reverteu perdas e firmou ganhos nesta sexta-feira, em reação ao principal relatório de empregos dos EUA, conhecido como payroll. O documento mostrou criação de empregos abaixo da prevista e aumento na taxa de desemprego em agosto, impulsionando a precificação para cortes de juros pelo Fed até dezembro.

Para o TD Securities, contudo, o mercado de trabalho americano ainda não desacelerou o suficiente para desafiar as projeções de resiliência da macroeconomia. O banco de investimentos canadense pondera que isso deverá limitar a performance do ouro, mantendo os preços em nível elevado, mas pausando seu rali por algum tempo.

Por outro lado, a Capital Economics aponta que a demanda de bancos centrais segue aumentando, citando como exemplo o BC da Polônia, que planeja ampliar suas alocações de reservas de ouro em 30%. "Com oferta limitada e sem ausência de compradores, os riscos para nossa projeção já acima do consenso para os preços do ouro continuam de alta", afirma a consultoria, prevendo que isso ajudará o metal a ultrapassar sua máxima histórica atual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline