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Ouro e prata fecham em queda, em correção de ganhos e após dados dos EUA

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O ouro e a prata fecharam a sessão em queda nesta quarta-feira, 7, corrigindo fortes ganhos recentes e na sequência de dados divergentes de emprego, serviços e indústria dos EUA, conforme o mercado pondera o possível rumo da política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para fevereiro encerrou em queda de 0,75%, a US$ 4.462,5 por onça-troy. Já a prata para março despencou 4,22%, a US$ 77,61 por onça-troy.

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Os metais preciosos operaram em queda forte desde a madrugada, intensificando perdas após conjunto de dados dos EUA consolidar expectativas de manutenção dos juros americanos em janeiro.

O setor privado dos Estados Unidos criou 41 mil empregos em dezembro, segundo pesquisa com ajustes sazonais divulgada hoje pela ADP, e as encomendas à indústria caíram 1,3% em novembro, ambos mais fracos que o esperado. Já o PMI de serviços do país subiu a 54,4 em dezembro, na leitura do ISM, acima do previsto.

"A mais recente alta no emprego medida pela ADP continua a sustentar a narrativa de uma moderação no ritmo do mercado de trabalho, mas longe de uma deterioração rápida das condições", explicam analistas da Stifel em nota. "Para o Fed, o receio de um enfraquecimento crescente no mercado de trabalho foi o catalisador para três rodadas de cortes de juros no ano passado", acrescentam.

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Para analistas do Charles Schwab, os números do mercado de trabalho podem ser mais importantes do que o habitual, depois que o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, pediu cautela no mês passado em relação a novos cortes de juros. "Dados do mercado de trabalho mais fracos do que o esperado provavelmente resultariam em mais cortes de juros pelo Fed do que os um ou dois cortes que estamos projetando para este ano", avaliam.

O ouro tende a se beneficiar em ambientes de juros baixos e em períodos de incerteza.

Enquanto isso, o banco central da China estendeu sua sequência de compras de ouro para o 14º mês consecutivo em dezembro, segundo dados do governo.

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Entre outros metais preciosos, a platina para abril perdia 7,21%, a US$ 2.275,60, e o paládio para março caía 4,65%, a US$ 1.797,00.

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