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NY embute baixa ao Ibovespa, mas índice caminha para fechar janeiro com alta de 13%

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A desvalorização dos índices de ações em Nova York embute viés de queda ao Ibovespa no início da sessão desta sexta-feira, 30, que é a última do mês para a B3. Desta forma, o principal indicador entraria para um terceiro dia de recuo. Na quinta-feira, caiu 0,84% e encerrou aos 183.133,75 pontos, após sucessivos recordes, o que ainda deixa o fechamento de janeiro com alta na faixa de 13%.

As atenções se concentram no anúncio de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), no lugar de Jerome Powell, feita nesta manhã pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Após o anúncio, os índices futuros de ações em Nova York diminuíam quedas.

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Ao mesmo tempo, ficam no foco o superávit do setor publico de dezembro acima do esperado e a taxa de desemprego no trimestre finalizado no mês passado em nova mínima histórica, após ontem o Caged mostrar fechamento de vagas formais maior do que a prevista.

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,1% no trimestre encerrado em dezembro, de acordo com os dados mensais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou em linha com a mediana das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast. A taxa de desemprego encerrou 2025 em 5,1%, menor nível da série histórica.

O retrato da Pnad Continua reforça a resistência do mercado de trabalho, o que pode dificultar as projeções quanto ao ritmo de cortes da Selic no Comitê de Política Monetária (Copom) em março. Na decisão desta semana, o colegiado indicou que o próximo movimento será de queda, mas há dúvida entre departamentos econômicos e assets quanto ao tamanho da redução no Copom em março.

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Já o setor público consolidado (governo central, Estados, municípios e estatais, à exceção de Petrobras e Eletrobras) teve superávit primário de R$ 6,251 bilhões em dezembro, após um déficit de R$ 14,420 bilhões em novembro, informou o Banco Central. Em 2025, houve déficit primário de R$ 55,021 bilhões.

Ao anunciar o ex-diretor do Fed para presidir o banco central dos EUA, Trump destacou a trajetória profissional relevante de Warsh, incluindo o trabalho na própria autoridade monetária. Warsh tem defendido repetidamente a redução das taxas de juros nos EUA.

O estrategista-chefe da RB Investimentos, Gustavo Cruz, ressalta que o indicado à presidência do Fed, caso seja aprovado para o cargo, não será disruptivo por ser um antigo dirigente do banco central norte-americano. Em sua visão, ele deve ficar extremamente alinha a Trump, de chegar pedindo cortes mais rápidos nos juros dos EUA. "A tendência é que Kevin Warsh chegue pedindo taxas abaixo de 3% no segundo semestre, indo a 2,5% ou 2,75%", diz. Hoje as taxas estão entre 3,50% e 3,75%.

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"Vejo os mercados reagindo principalmente à indicação de Kevin Warsh para a presidência do Fed. Podemos ver uma reprecificação de vários ativos, ele é mais hawkish, e uma pausa no processo de rotação para emergentes temporário", avalia Bruno Takeo, estrategista da Potenza Capital.

Às 11h18, o Ibovespa caía 0,15%, aos 182.850,49 pontos, ante recuo de 0,41%, na mínima em 182.375,54 pontos, após máxima aos 183.443,82 pontos, em alta de 0,17%.

O petróleo mirava alta, estimulando para cima Petrobrás ON (0,40%; PN cedia 0,13%. O minério de ferro subiu 0,06% hoje em Dalian, na China. As ações da Vale caíam 2,04%, após recentes ganhos. De 85 papéis do Ibovespa, nove subiam. Cemig liderava com 1,86%.

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