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Novas investigações comerciais dos EUA geram preocupações na Ásia

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As novas investigações comerciais dos EUA visam o excesso de capacidade industrial em diversas economias asiáticas, alimentando temores sobre a iminência de novas tarifas.

O governo Trump iniciou as apurações nesta semana com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que permite a imposição de tarifas contra nações que discriminam empresas ou o comércio dos EUA.

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A medida é vista como um "plano B" do governo, após a Suprema Corte ter derrubado tributos anteriores impostos sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, avalia Philip Wee, estrategista do DBS.

"Ao recorrer à Seção 301, o USTR Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos busca estabelecer uma base jurídica mais sólida para as tarifas antes que a taxa global temporária de 10% da Seção 122 expire em julho", escreveu Wee, em relatório.

Economias asiáticas como China, Singapura e Tailândia foram citadas na investigação. Segundo o USTR, o foco será em nações que "apresentam excesso de capacidade estrutural e de produção em vários setores manufatureiros, evidenciado por grandes ou persistentes superávits comerciais ou por capacidade ociosa ou subutilizada".

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Antes da imposição de qualquer tarifa, os EUA realizarão consultas com governos estrangeiros e abrirão espaço para comentários.

Diversos governos asiáticos já se manifestaram sobre as investigações.

O Ministério do Comércio da China classificou a investigação como um ato de "unilateralismo", nesta sexta-feira, e apelou a Washington que corrija o que descreveu como práticas injustas. O ministério afirmou ainda que a China se reserva o direito de tomar as medidas necessárias para proteger seus interesses. A declaração ocorre às vésperas de uma viagem à França de uma delegação liderada pelo vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng para negociações comerciais com os EUA, vistas como um prelúdio para a visita do presidente Donald Trump à China ainda neste mês.

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Na noite de quinta-feira, Singapura afirmou que suas taxas de ocupação de espaços industriais são "muito saudáveis", contrariando a sugestão do USTR de que o país continuou a expandir sua capacidade de produção apesar do declínio na ocupação industrial.

O Ministério do Comércio de Singapura destacou que, embora o aviso do USTR aponte um superávit comercial de bens e serviços de US$ 27 bilhões com os EUA em 2024, dados oficiais dos EUA indicam, na verdade, um déficit comercial de US$ 27 bilhões. O ministério informou que já forneceu esses dados ao USTR e que buscará esclarecimentos sobre as informações comerciais e a investigação.

A Tailândia também contestou o aviso. Autoridades tailandesas argumentam que uma parcela significativa do superávit comercial de US$ 51 bilhões com os EUA reflete exportações de empresas americanas com bases de produção na Tailândia, cujos lucros são, em última análise, repatriados para as matrizes e acionistas, segundo nota de economistas do CIMB.

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O USTR não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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