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Nos EUA, Bessent diz que audiências de Warsh no Senado devem avançar apesar de resistência

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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou que as audiências no Senado sobre a indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) devem prosseguir, apesar da resistência de parlamentares. Segundo ele, "de acordo com meu entendimento, as audiências sobre Warsh no Senado prosseguirão". Bessent acrescentou, em entrevista à CNBC, que conversou com senadores republicanos na terça-feira, 10, sobre o processo de aprovação.

Reconheceu, contudo, que o senador republicano Thom Tillis quer adiar qualquer votação. Tillis tem dito que barrará indicações do presidente dos EUA, Donald Trump, à presidência do Fed enquanto não forem encerradas investigações do Departamento de Justiça (DoJ, na sigla em inglês) envolvendo o atual comandante do Fed, Jerome Powell, e um processo contra a diretora Lisa Cook na Suprema Corte.

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Bessent também afirmou que o governo "não tem influência" em casos envolvendo o Fed.

A indicação ao comando do Fed ganhou contornos de impasse bipartidário no Senado logo após o anúncio do nome de Warsh por Trump. A democrata Elizabeth Warren e Tillis lideraram o movimento que condiciona o avanço do nome à retirada de investigações do DoJ contra a cúpula do banco central. Ambos têm defendido a preservação da independência do Fed diante do governo Trump.

Tillis afirmou, no dia da indicação, que Warsh é qualificado, mas declarou que se oporá à confirmação de qualquer indicado ao Fed enquanto a investigação contra Powell não for "totalmente e transparentemente resolvida". Já Warren classificou a indicação como parte de uma tentativa de Trump de ampliar influência sobre o banco central e defendeu que republicanos não avancem com a nomeação enquanto persistirem as apurações.

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