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No Japão, empresas sinalizam maior aumento salarial em 35 anos

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As empresas japonesas estão prestes a conceder aos trabalhadores o aumento salarial mais significativo em 35 anos, fortalecendo as condições para outro aumento nas taxas de juros em um momento em que as consequências da guerra no Oriente Médio complicaram as perspectivas para a economia do Japão.

Dados preliminares do maior grupo sindical do país, conhecido como Rengo, mostraram que 1.100 membros garantiram aumentos salariais de 5,26% em média este ano. O número foi ligeiramente superior ao ganho de 5,25% do ano passado e marcaria a maior alta desde 1991.

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"Embora as condições variem por indústria e setor, acreditamos que esse resultado é o fruto de um entendimento comum entre trabalhadores e gestão sobre a importância de investir em pessoas - o que leva a um crescimento corporativo sustentável e a uma produtividade melhorada para o Japão como um todo", disse Tomoko Yoshino, presidente da Confederação Sindical Japonesa, como a Rengo é formalmente conhecida.

O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Kazuo Ueda, está acompanhando de perto as negociações anuais de primavera do país, conhecidas como shunto, para confirmar que o crescimento salarial está acompanhando os preços. Isso sempre foi uma prioridade central para o BC japonês, e que ganhou mais importância à medida que os combates no Oriente Médio fazem os preços da energia dispararem, aumentando a ameaça de desaceleração do crescimento e aceleração da inflação.

Isso é duplamente negativo para a harmonia entre salários e preços que o BoJ deseja criar. Se o choque nos preços das commodities desencadear uma inflação de custo, a demanda do consumidor sofrerá. Se apertar as margens corporativas, as empresas podem estar mais relutantes em aumentar os salários. Fonte: Dow Jones Newswires.

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*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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