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Na contramão do exterior, dólar sobe por cautela com política monetária e quadro fiscal

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O dólar opera em alta leve na manhã desta segunda-feira, 1º de dezembro, mas na contramão da tendência internacional, que é predominantemente de queda. Para o economista-chefe da Equador Investimentos, Eduardo Velho, o mercado de câmbio brasileiro reflete um ambiente de cautela com questões domésticas.

"Avalio que recentes discursos de Gabriel Galípolo, ao citar que a expansão fiscal repercute na desancoragem das expectativas, e novo contexto de aumento da dívida pública, reforçam uma alta pontual do dólar e dos juros futuros hoje", afirmou o economista.

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Ainda de acordo com Velho, a despeito de uma quase estabilidade do DXY no exterior, o sinal do potencial aumento dos juros no Japão, de certa forma, é negativo para economias emergentes e para as posições de carry trade. "Ou seja, uma alta eventual dos juros no Japão joga contra as moedas emergentes, como o real", afirma. Além disso, ele menciona as tensões do governo no Congresso como fator de cautela.

Às 10h56, o dólar à vista era cotado a R$ 5,3483, em alta de 0,25%. O dólar futuro para liquidação em janeiro subia 0,21%, aos R$ 5,3820.

Um dos destaques da manhã ficou por conta do relatório Focus, do Banco Central, que trouxe poucas novidades, a contar pela manutenção das estimativas para o dólar em 2025 (R$ 5,40), para 2026 (R$ 5,50) e para 2027 e 2028 (R$ 5,50 nos dois casos). A mediana para a inflação suavizada nos próximos 12 meses oscilou marginalmente, passando de 4,09% para 4,10%. Para 2027, período que está no horizonte da política monetária do Banco Central, a mediana manteve-se em 3,80%.

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