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Mercosul-UE: acordo exigirá orçamento e defesa agropecuária robusta, diz Anffa

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O presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), Janus Pablo, avalia que a assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) representa apenas o início de uma jornada que exigirá do Brasil a comprovação contínua de sua segurança sanitária e capacidade de controle. Em comunicado, o dirigente alerta que transformar o acesso a um mercado potencial de 720 milhões de consumidores será o "verdadeiro teste" para o País, dada a rigidez das exigências fitossanitárias europeias, onde a confiança institucional tem peso determinante.

Para Pablo, a defesa agropecuária ocupa papel estratégico na política comercial, com os Auditores Fiscais Federais (Affas) atuando como o elo decisivo que garante a sustentação dos compromissos no dia a dia das exportações, inclusive por meio da atuação com adidos agrícolas na negociação de protocolos e antecipação de riscos. O dirigente destaca que o aumento projetado do fluxo comercial impõe uma exigência objetiva de adequação da infraestrutura em portos, aeroportos e fronteiras, demandando equipamentos atualizados e equipes suficientes para a fiscalização e certificação, sob pena de fragilidades estruturais causarem impacto na imagem do Brasil como fornecedor seguro.

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Diante do cenário econômico bilionário estimado para a próxima década, o presidente do Anffa Sindical ressalta a necessidade crítica de previsibilidade orçamentária, alertando que o contingenciamento de recursos compromete a capacidade do Estado de cumprir acordos internacionais. Segundo ele, garantir recursos para modernizar estruturas não se trata de uma pauta corporativa, mas de uma condição básica para o funcionamento do acordo na prática, considerando que "manter mercados abertos custa menos do que tentar reconquistá-los após uma suspensão", declarou.

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