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Mercado após ataques em Brasília: Bolsa tem queda, e dólar sobe 1,22%

Conforme especialistas o mercado não se abalou drasticamente, pois os investidores acreditam que "não vai ter ruptura internacional e golpe"

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Mercado após ataques em Brasília: Bolsa tem queda, e dólar sobe 1,22%
Autor Imagem Ilustrativa - Foto: Pixabay

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), abriu a segunda-feira (09) em queda: às 10h10, a Bolsa caía a 0,35%. Já às 11h30, a queda era de 0,41%. Os indicativos mostram como o mercado reagiu aos ataques ocorridos em Brasília neste domingo (08).

O Palácio da Alvorada, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos e depredados por extremistas apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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LEIA MAIS: Equipes de limpeza têm dia de trabalho pesado no Palácio do Planalto

Na última semana, a bolsa vinha fechando em queda após os primeiros movimentos do governo Lula (PT), embora tenha fechado a semana passada em alta. Segundo analistas, é esperado que os primeiros 100 dias do novo governo sejam de cautela para o mercado financeiro

Analistas de investimento ouvidos pelo jornal Folha de São Paulo apontaram riscos de desconfiança do investidor estrangeiro face aos atos violentos contra a democracia.

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O dólar comercial, por sua vez, subiu levemente na abertura desta segunda (09). Às 11h30, a alta era de 1,22%, cotado a R$ 5,30.


Por que o mercado não se abalou?

"O mercado entende que o que aconteceu ontem (08), apesar de trágico, feio e humilhante para a história da República, não faz preço [não altera o mercado na Bolsa]", diz Matheus Spiess, analista da Empiricus. "Não vai ter ruptura internacional, não vai ter golpe", afirma.

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Os atos não representam uma mudança de política no Brasil, diz Rodrigo Cohen, analista de investimentos e co-fundador da Escola de Investimentos. Para Ilan Arbetman, analista de research da Ativa Investimentos, a percepção de risco do país foi afetada, mas não interfere na capacidade de crescimento das empresas da Bolsa brasileira.

Ainda assim, especialistas estão de olho no que irá acontecer nos próximos dias. "Serão dias tensos nos mercados e na nação até que o Planalto restabeleça a ordem e que os militares se posicionem de vez", diz o economista André Perfeito.


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Fonte: UOL Economia.

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