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Membro do Fed diz que dirigentes terão que 'repensar tudo' sobre estratégia monetária

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O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Atlanta, Raphael Bostic, afirmou que os dirigentes terão que "repensar tudo" sobre sua estratégia monetária, após a série de dados macroeconômicos dos EUA divulgada nesta sexta-feira, 1º de agosto. "Estou aberto a ver mais cortes de juros no ano", admitiu, ressaltando que isso dependerá dos próximos dados.

Bostic ponderou que o mercado de trabalho ainda está sólido e que, até esta sexta-feira, os riscos de alta da inflação superavam com ampla diferença os riscos para o pleno emprego. "Temos que descobrir se a desaceleração do emprego e da economia persistirá", afirmou, acrescentando que irá monitorar se há "enfraquecimento demais". "Talvez os riscos estejam começando a ficar equilibrados."

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O dirigente, porém, negou que os dados teriam influenciado uma decisão diferente do Comitê Federal do Mercado Aberto (FOMC, em inglês), que manteve as taxas de juros inalteradas na quarta-feira.

Ele também negou que o payroll fraco tenha mudado suas perspectivas pessoais para as taxas de juros. "Não mudo meu posicionamento até estar bem próximo das reuniões monetárias, quando temos mais dados disponíveis", apontou.

Bostic lembrou que as tarifas continuam impondo riscos de alta para a inflação, observando que as novas políticas comerciais estão no "psicológico" dos consumidores e empresas por mais tempo do que era esperado.

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Segundo ele, as tarifas devem mudar as cadeias de oferta de maneira significativa e empresas podem levar de 3 a 12 meses para adaptar estratégias de preços, o que irá gerar implicações sobre a inflação americana.

O presidente da distrital de Atlanta também revelou que há muito debate entre os dirigentes sobre quão restritiva a política monetária do Fed está neste momento. Bostic, que não tem direito a voto no FOMC neste ano, afirmou que ainda vê apenas um corte de juro em 2025.

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