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Membro do BCE diz que não pode haver caminho predeterminado para juros e vê incerteza alta

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O dirigente do Banco Central Europeu (BCE) Martins Kazaks reforçou, em entrevista à CNBC, que a instituição não pode adotar um roteiro fixo para a política monetária diante das incertezas globais. "Não pode haver um caminho predeterminado em termos de política monetária porque a incerteza ainda é alta", afirmou, acrescentando que, nesse contexto, a estratégia de decidir "reunião a reunião é a mais apropriada para o BCE".

Kazaks destacou que as projeções do BCE para a inflação seguem "muito semelhantes" às de junho, mas frisou que os riscos continuam elevados.

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Ele disse que a instituição está em um "bom lugar" no combate às pressões inflacionárias, embora ainda haja fatores relevantes a monitorar, como a taxa de câmbio e os fluxos comerciais da China.

O dirigente também apontou que a força do euro e o risco de um impacto deflacionário vindo da China são pontos de atenção.

Para Kazaks, a reunião de dezembro será "rica", pois as novas projeções indicarão se há desvio relevante em relação à meta de 2% e qual sua persistência.

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Ele ainda reiterou que o BCE deve manter-se dependente dos dados e evitar predefinições de trajetória de juros.

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