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Maioria das Bolsas da Europa fecha em alta, ante incertezas e com expectativas para Fed

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As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, 26, enquanto investidores concentram as expectativas para a decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), na quarta-feira. O apetite por risco também recebeu o suporte de menores preocupações sobre a relação entre os EUA e a União Europeia (UE), apesar de tensões geopolíticas seguirem no radar, com dúvidas sobre a Groenlândia.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,05%, a 10.148,85 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,2%, a 24.950,30 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,15%, a 8.131,15 pontos. Em Milão, o FTSE MIB teve variação positiva de 0,26%, a 44.950,32 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,78%, a 17.680,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,23%, a 8.577,23 pontos. As cotações são preliminares.

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O Swissquote Bank avalia que a recuperação por conta da flexibilização das tensões é "limitada e frágil". "O próximo choque é uma questão de quando, não de onde. A ordem global está mudando e a confiança se foi. Restaurá-la levará tempo", escreve. Além da relação entre a União Europeia (UE) e os EUA permanecer no radar por conta da questão da Groenlândia, as incertezas geopolíticas acompanham desdobramentos sobre Rússia, Irã e Canadá.

Nesta segunda, o bloco europeu confirmou o acordo para proibir integralmente as importações de gás natural russo, tanto por gasodutos quanto na forma de gás natural liquefeito (GNL), elevando a pressão contra Moscou.

Na ponta econômica, o banco suíço ainda menciona que, por mais que a expectativa seja de manutenção dos juros pelo Fed, o comunicado será analisado minuciosamente em meio à crescente pressão da Casa Branca, e o presidente do BC americano, Jerome Powell, deve minimizar o ruído político.

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Dentre as ações de destaque, a Volkswagen recuou 1,14% em Frankfurt, apesar de informações de que a montadora alemã busca reduzir as tarifas americanas para avançar com a construção de uma fábrica da Audi nos EUA. A companhia aérea Ryanair, conhecida pelo serviço de baixo custo, cedeu 2,33% em Dublin, após elevar a previsão de crescimento de tarifas para o ano todo para mais de 7%. O ING subiu 1,35% em Amsterdã, com expectativas para a divulgação de balanço nesta semana.

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