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Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu ao relatório anual do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) que aponta o Pix como uma das principais barreiras impostas pelo Brasil aos interesses comerciais americanos. De acordo com Lula, o Brasil não vai mudar o mecanismo por conta do interesse americano.

"Os Estados Unidos fizeram um relatório, nesta semana, sobre o Pix e eles disseram que o Pix distorce o comércio internacional, porque o Pix, acho que, cria problemas para a moeda deles. É importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir. O Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira. O que nós podemos fazer é aprimorar o Pix para que, cada vez mais, ele possa atender às necessidades de mulheres e homens deste País", afirmou Lula.

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A declaração do presidente foi feita durante uma agenda em Salvador (BA). Lula já se encaminhava para o fim do discurso quando o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, se aproximou do presidente e disse: "Fala o negócio do Pix".

Além do Pix, o relatório do USTR disse que a "taxa das blusinhas" e as propostas de regulação de redes sociais são obstáculos para o comércio dos Estados Unidos.

Sobre o Pix, o documento diz que o Banco Central "criou, detém, opera e regula" o sistema de pagamentos instantâneos, levantando preocupações de que haja tratamento preferencial à plataforma pública em detrimento de provedores estrangeiros de serviços financeiros.

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O documento do USTR faz parte da Seção 301, uma legislação que investiga supostas práticas comerciais desleais que prejudicam a economia americana. Essa apuração pode embasar futuras sanções vindas dos Estados Unidos, como a imposição de tarifas adicionais.

As declarações ocorreram em evento de tom eleitoral em Salvador (BA), onde Lula visitou obras da implantação do VLT na capital baiana. Durante a agenda, o presidente declarou que a oposição vai ter que "sofrer muito" para vencê-lo na eleição presidencial de outubro.

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