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Lucro líquido do BNDES alcança R$ 13,3 bilhões no 1º semestre

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) alcançou um lucro líquido de R$ 13,3 bilhões no primeiro semestre de 2025. O resultado foi considerado estável em relação ao mesmo período de 2024.

Já o lucro líquido recorrente somou R$ 7,3 bilhões no primeiro semestre de 2025, alta de 2% ante o primeiro semestre de 2024.

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O banco destacou entre os efeitos não recorrentes as receitas de dividendos e juros sobre o capital próprio de R$ 3,4 bilhões, oriundos de Petrobras e JBS, além de R$ 1,4 bilhão de reversões de provisão para risco de crédito e R$ 0,9 bilhão decorrentes da operação com JBS, alienações de ações e dupla listagem.

Com ajuda da operação da JBS, o lucro total alcançou R$ 7,7 bilhões. O lucro recorrente somou R$ 4,6 bilhões no segundo trimestre.

Aprovações de crédito e operações garantidas

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O BNDES também informou que as aprovações de crédito e as operações garantidas cresceram 56% no primeiro semestre deste ano em relação ao primeiro semestre de 2024. A injeção de crédito somou R$ 129,6 bilhões, sendo R$ 72,8 bilhões em crédito e R$ 56,8 bilhões em garantias.

O volume dos desembolsos do BNDES alcançou R$ 54,6 bilhões no primeiro semestre, alta de 11% ante o mesmo período de 2024. As consultas totalizaram R$ 133,2 bilhões, elevação de 7% em relação ao primeiro semestre de 2024. As aprovações alcançaram R$ 72,8 bilhões no primeiro semestre, aumento de 10% em relação ao mesmo semestre do ano passado.

As aprovações de crédito para a indústria somaram R$ 18,1 bilhões no primeiro semestre, alta de 24,8% ante o primeiro semestre de 2024. As aprovações para a agropecuária totalizaram R$ 17 bilhões no primeiro semestre, avanço de 20% ante o mesmo período de 2024; para o setor de comércio e serviços, R$ 13,5 bilhões, alta de 18%; e para infraestrutura, R$ 24,2 bilhões, queda de 8%.

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Quanto às micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), as aprovações de crédito somaram R$ 32 bilhões e as garantias prestadas por fundos garantidores em operações realizadas por agentes financeiros alcançaram R$ 56,8 bilhões, totalizando assim R$ 88,8 bilhões de apoio, aumento de 92% ante o primeiro semestre de 2024.

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