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Juros: taxas cedem, em linha com exterior e alívio na inflação brasileira; 'caso Master' é foco

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As taxas dos principais contratos de depósito interfinanceiro (DI) abriram com leve baixa, em sintonia com o recuo da maioria dos rendimentos dos Treasuries. Além disso, nesta última segunda-feira de 2025, a queda ocorre na esteira do alívio da inflação brasileira em 2025. A liquidez tem espaço para ser reduzida, em razão do feriado de ano-novo nos mercados mundiais, como na quarta e na quinta-feira, dias em que a B3 ficará fechada.

Na semana, ficarão no foco dos investidores dados do mercado de trabalho brasileiro e a ata do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), que sairá amanhã. Também na terça-feira (30) está marcada a acareação do diretor de Fiscalização do Banco Central, Aílton de Aquino, com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, ambos investigados.

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"É um ponto que traz elemento de insegurança jurídica. Não é algo bom para um Banco Central que vem fazendo o seu trabalho. Não sabemos como isso terminará, mas só de ter essa acareação, é ruim. O BC tomou uma decisão técnica em relação ao Master decretou o seu fechamento. Tudo isso se soma às questões político-eleitorais, que têm deixado o mercado mais na defensiva", diz Silvio Campos Neto, economista sênior e sócio da Tendências Consultoria.

Entre os destaques no âmbito da inflação, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) fechou dezembro queda de 0,01% em dezembro, após ter subido 0,27% em novembro. A variação no mês ficou abaixo do intervalo das estimativas coletadas pelo Projeções Broadcast, que ia de alta de 0,04% a avanço de 0,30% para o mês, com mediana de 0,17%.

Com o resultado, o IGP-M encerrou 2025 com uma queda acumulada de 1,05%, menor taxa desde 2023, quando houve queda de 3,18%. Em 2024, o índice acumulou alta de 6,54%.

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Ainda a FGV informou que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) subiu 3,8 pontos em dezembro e encerrou o ano de 2025 em 92,9 pontos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 0,8 ponto na média móvel trimestral, alcançando 90,6 pontos por essa métrica.

Já o boletim Focus trouxe algumas reduções nas estimativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A mediana para o IPCA suavizado nos próximos 12 meses passou de 3,99% para 4,01%. Para 2025, a expectativa para o IPCA foi de 4,33% para 4,32%, abaixo do teto da meta de 4,50%. Já a estimativa para a inflação fechada em 2026 saiu de 4,06% para 4,05%. A Selic estimada para 2026 e para 2027, por sua vez, permaneceram em 12,25% e 10,50%, pela ordem.

Às 10h38 desta segunda, 29,, o DI com vencimento em janeiro de 2027 exibia 13,760%, ante máxima de R$ 13,785% e ajuste de 13,747%; o DI para janeiro de 2030 tinha 13,380%, de máxima a 13,425% e ajuste em 13,409%. O DI para janeiro de 2031 era negociado a 13,505%, de máxima a 13,550% e ajuste em 13,537%.

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