Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Japão cobra agilidade da China em licenças para exportação de terras raras e ímãs

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro das Relações Exteriores do Japão, Takeshi Iwaya, cobrou da China maior agilidade na liberação de exportações de terras raras e ímãs, recursos estratégicos para a indústria japonesa, durante reunião bilateral realizada em Kuala Lumpur nesta quinta-feira (10). Segundo comunicado do Ministério das Relações Exteriores do Japão, Iwaya manifestou "forte preocupação com o impacto significativo sobre as empresas japonesas" e pediu "com firmeza a agilização do processo de aprovação das licenças de exportação".

De acordo com o governo japonês, o homólogo chinês Wang Yi respondeu que, "desde que sejam cumpridas as normas pertinentes e realizados os procedimentos necessários, a demanda legítima das empresas japonesas será atendida".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O encontro, que durou cerca de 45 minutos, ocorreu à margem da reunião de chanceleres da ASEAN e foi descrito por ambos os países como parte de um processo de retomada do diálogo bilateral. "A relação bilateral vai além do escopo meramente bilateral", afirmou Wang Yi, segundo o Ministério das Relações Exteriores da China. Para o governo chinês, o momento representa uma "oportunidade crucial para refletir sobre a história e abrir caminhos para o futuro".

O lado japonês destacou também preocupações com questões de segurança regional, incluindo "a violação do espaço aéreo por helicópteros de patrulha marítima chineses" e "o desenvolvimento unilateral de recursos no Mar da China Oriental". Iwaya reforçou ainda a necessidade de eliminar restrições chinesas à importação de alimentos japoneses e de retomar as exportações de carne bovina.

Apesar das divergências, os dois governos concordaram em "promover conjuntamente a relação de parceria estratégica de benefício mútuo" e discutiram temas regionais como Coreia do Norte, Oriente Médio e Taiwan.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline