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Instituto que reúne bets rebate Lula e defende regulamentação como alternativa

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O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) afirmou, em nota enviada ao Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), que a regulamentação do mercado de apostas (bets) é a forma mais eficaz de proteger a sociedade. A manifestação responde a declarações do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), feitas em entrevista ao canal ICL Notícias na quarta-feira, 8.

Durante a entrevista, Lula questionou a continuidade das bets no País e sugeriu a possibilidade de sua extinção, por conta do endividamento das famílias.

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Ele também mencionou a atuação de parlamentares e partidos ligados ao setor. "Se as bets causam mal, porque não acabamos com elas?", perguntou. "Não é possível continuar com essa jogatina desenfreada nesse País."

"O encerramento do mercado legal não extinguiria a demanda da sociedade, mas jogaria todos para a informalidade, eliminando os mecanismos de proteção e a expressiva arrecadação destinada a serviços públicos essenciais", afirmou o instituto.

De acordo com o IBJR, o mercado ilegal representa cerca de 51% das apostas no País, movimenta R$ 40 bilhões por ano à margem da lei e gera prejuízo estimado de R$ 10,8 bilhões aos cofres públicos, com base em dados do Instituto Locomotiva e da LCA Consultoria.

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A entidade também sustentou que os gastos com apostas correspondem a entre 0,2% e 0,5% do consumo das famílias, enquanto o principal fator de superendividamento é o cartão de crédito, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC).

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