Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ibovespa vai a inéditos 150 mil pontos em sexto recorde de fechamento seguido

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ibovespa alcançou os inéditos 150 mil pontos na manhã desta segunda-feira, 3, e conseguiu se segurar nesse nível, renovando recorde de fechamento pelo sexto pregão consecutivo. A alta espelha o movimento do S&P 500 e do Nasdaq, em Nova York, e tem respaldo na expectativa do mercado pelo comunicado do Copom na quarta-feira, com o entendimento de que um corte na Selic está cada vez mais perto. A temporada de balanços também segue a todo vapor, com destaque para resultados do Itaú e da Petrobras nesta semana.

Pela nona sessão seguida, o Ibovespa fechou em alta, aos 150.454,24 pontos (+0,61%), com giro financeiro de R$ 21,28 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Para a economista-chefe da InvestSmart XP, Mônica Araújo, o Brasil surfa na alta vista no cenário internacional. "Por mais que as ações aqui tenham múltiplos bem atrativos para o investidor local e estrangeiro, a alta de 2025 vem muito mais do cenário externo. Há uma realocação de investidores globais que deixam de colocar 100% dos ativos no mercado americano e colocam 1%, 2% em outros mercados - montante suficiente para fazer com que os preços ganhem uma relevância maior", afirma.

Além de seguir os movimentos dos mercados internacionais, o Ibovespa também sobe na expectativa da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), avalia o head de alocação de investimentos e sócio da GT Capital, Nicolas Gass. "Tem expectativa de queda nos juros chegando. O mercado vai olhar de perto o comunicado, ver se o Copom vai dar algum 'spoiler'", afirma.

Levantamento do Projeções Broadcast mostra que o mercado antecipou a previsão de corte na taxa Selic de março para janeiro de 2026. Assim que o ciclo de afrouxamento começar, a Bolsa deve subir 12% no trimestre seguinte e 25% em seis meses, calcula o diretor de Renda Variável para a América Latina do Goldman Sachs, Juliano Arruda, em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O Brasil é o mercado emergente mais alavancado, em taxas de juros locais, de toda a amostra que o Goldman Sachs acompanha. Então se o Brasil está indo para um ciclo de corte nos juros, a renda variável aqui tende a performar muito bem", disse.

Nesta segunda, o cenário de afrouxamento monetário foi reforçado nas estimativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no Focus, visto que a projeção para IPCA de 2025 passou de 4,56% para 4,55%.

Araújo, da InvestSmart XP, nota que grande parte do fôlego do Ibovespa nesta segunda-feira se dá pela alta de Petrobras PN (+1,18%) e ON (+0,89%) e do setor financeiro, com Itaú PN (+1,67%) liderando os ganhos entre grandes bancos. Ambas reportam resultados nesta semana, com expectativa de balanços robustos, diz a economista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline