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Ibovespa sobem com commodities e NY, enquanto monitora julgamento no STF

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As incertezas políticas que permeiam a retomada do julgamento do ex-presidente da República Jair Bolsonaro e sete aliados por tentativa de golpe de Estado na manhã desta terça-feira, 9, no Supremo Tribunal Federal (STF) limitavam uma alta firme do Ibovespa perto do fim da manhã, assim como a elevação discreta da bolsas de Nova York, apesar do avanço das commodities.

A agenda de indicadores aqui e no exterior é esvaziada, o que também favorece taxa moderada do principal indicador da B3. Nos EUA, foco na revisão do payroll anual após o dado de agosto ter mostrado enfraquecimento da economia.

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Hoje tem dois gatilhos - um no Brasil e outro nos Estados Unidos -, diz Matheus Spiess, analista da Empiricus Research. Segundo ele, a revisão do relatório de emprego dos EUA pode sustentar apostas de cortes de juros no país a partir da semana que vem.

Aqui, o julgamento no STF é acompanhado com afinco pelos investidores, dado que haverá o voto do ministro-relator, Alexandre de Moraes, que segue na mira dos bolsonaristas e do presidente dos EUA, Donald Trump. O desfecho do processo ocorrerá na sexta-feira. Até lá, há temores de adoção de novas sanções dos EUA contra o Brasil.

"Antes da divulgação dos dados da inflação no Brasil amanhã e nos EUA quinta, o mercado acompanha o julgamento do Bolsonaro, que pode ser condenado. A questão é qual será o tamanho da pena, como serão os votos. Isso deixa o Brasil vulenrável a novas sanções dos Estados Unidos", avalia Spiess, da Empiricus.

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Ontem, o subsecretário da Diplomacia Pública dos Estados Unidos, Darren Beattie, afirmou que o governo Trump continuará "tomando as medidas adequadas" contra o ministro do STF. "Ontem domingo, marcou o 203º Dia da Independência do Brasil. Foi um lembrete do nosso compromisso em apoiar o povo brasileiro que busca preservar os valores de liberdade e justiça", escreveu no X.

Beattie ainda acrescentou que "para o ministro Alexandre de Moraes e os indivíduos cujos abusos de autoridade têm minado essas liberdades fundamentais, continuaremos a tomar as medidas adequadas."

De volta à escassa agenda, a revisão do relatório payroll é foco. Na semana passada, o relatório de agosto do mercado de trabalho norte-americano trouxe números mais fracos do que o esperado pelo mercado. Os resultados elevaram as apostas de cortes de juros nos EUA até o final de 2025, mas também gerou preocupações sobre a desaceleração econômica.

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No âmbito corporativo, atenção para BRF e Marfrig, em meio à definição da data de fechamento da fusão entre as empresas, no próximo dia 22.

Entre as commodities, o minério subiu 2,03% em Dalian, na China, diante de perspectivas positivas de aumento da demanda por matérias-primas. Diante disso, o petróleo subia cerca de 1,5% também influenciado por a preocupações sobre a possibilidade de que a Rússia sofra mais sanções do Ocidente por causa da guerra na Ucrânia.

Perto das 11 horas, as ações da Vale subiam 1,42% e as da Petrobras, entre 0,93% (PN) e 1,14% (ON). O Índice Bovespa tinha alta de 0,23%, aos 142.120,07 pontos, ante alta de 0,31%, na máxima a 142.227,34 pontos, e mínima de abertura de 141.793,84 pontos.

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Ontem, o Ibovespa fechou em baixa de 0,59%, aos 141.791,58 pontos.

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