Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ibovespa sobe 0,83%, aos 161,8 mil pontos, com Vale e bancos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Mesmo com a contribuição negativa de Petrobras (ON -1,67%, PN -1,66%) na contramão do avanço do petróleo em Londres e Nova York, o Ibovespa ficou perto de retomar em fechamento a linha dos 162 mil pontos nesta abertura de semana, em alta de 0,83%, aos 161.869,76 pontos. No agregado de duas sessões, sobe 0,46% neste início de 2026. O giro financeiro desta segunda-feira foi a R$ 22,5 bilhões.

Na sessão, o desempenho de Petrobras foi mitigado pelo avanço de Vale ON, a principal ação do Ibovespa, em avanço de 1,02% no fechamento. O dia também foi positivo para o setor financeiro, com destaque para Bradesco (ON +3,39%; PN +4,23%, máxima do dia no fechamento) e Itaú (PN +1,46%), entre as maiores instituições. Na ponta ganhadora do Ibovespa, as construtoras MRV (+6,09%), Cyrela (+5,47%) e Direcional (+5,14%). No lado oposto, C&A (-15,71%), Brava (-5,76%) e Lojas Renner (-2,99%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Petrobras ficou para trás, nesta segunda-feira, 5, mesmo em dia de alta para o petróleo. A percepção é de que, se houver reabertura da Venezuela para as empresas americanas, haverá mais competição regional, e oferta, o que afeta o setor no Brasil", diz Ian Lopes, economista da Valor Investimentos.

"Embora ainda haja muita incerteza sobre como a transição para fora do chavismo se desenrolará, acreditamos que o impacto no mercado de quaisquer notícias venezuelanas permanecerá limitado", avalia Matthew Ryan, head de estratégia de mercado da Ebury, destacando, na agenda da semana, a divulgação de dados oficiais sobre o mercado de trabalho americano, na sexta-feira, referente a dezembro."Será crucial, já que muitas dúvidas foram levantadas sobre a qualidade do relatório anterior devido à paralisação do governo federal dos EUA, entre outubro e novembro", acrescenta.

No horizonte mais amplo, "a transição da Venezuela pode vir a ser como um microcosmo de um realinhamento global mais amplo, ao qual os investidores talvez precisem se adaptar ativamente", apontam em nota os analistas Alex Veroude, Lucas Klein e Seth Meyer, da Janus Henderson. "É improvável que a mudança política na Venezuela provoque uma reprecificação mais ampla do mercado no curto prazo", acrescentam. No entanto, apontam os analistas, as implicações para o fornecimento de energia, bem como os efeitos para os títulos soberanos de emergentes, assim como o prosseguimento de tensões geopolíticas e da diversificação global da cadeia de suprimentos, exigem atenção contínua dos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A movimentação geopolítica na Venezuela impacta pouquíssimo o mercado acionário brasileiro. É muito mais movimentação geopolítica em relação ao petróleo", resume Pedro Moreira, sócio da One Investimentos.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline