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Ibovespa interrompe série negativa e sobe 0,33%, aos 155,2 mil pontos

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Vindo de perdas nas quatro sessões anteriores - e com ganho em apenas um dos últimos sete pregões desde a interrupção da sequência de 15 altas e de 12 recordes consecutivos de fechamento, até o dia 11 -, o Ibovespa iniciou a semana no campo positivo, mas distante da recuperação vista em Nova York, onde o índice amplo S&P 500 e o tecnológico Nasdaq avançaram nesta segunda-feira, 24, pela ordem, 1,55% e 2,69%. Aqui, o Ibovespa oscilou entre mínima de 154.529,17 e máxima de 155.832,28 pontos, saindo de abertura aos 154.769,37 pontos.

Ao fim, marcava 155.277,56 pontos, em alta de 0,33%, com giro a R$ 27,5 bilhões, forte para um começo de semana. No mês, sobe 3,84% e, no ano, 29,09%.

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"Após uma realização de lucros ao longo dos últimos dias, o mercado inicia de forma tranquila uma semana mais curta nos Estados Unidos, pelo feriado de Ação de Graças na quinta-feira, o que tende a reduzir liquidez à frente. A semana traz dados importantes nos Estados Unidos, como os de inflação ao produtor, PPI, com efeito para a decisão de juros do BC americano, em dezembro", diz Rodrigo Moliterno, head de renda variável da Veedha Investimentos.

"Os dados de inflação a serem divulgados, o PPI, ajudarão a oferecer uma visão mais clara sobre o estágio atual da política monetária nos EUA. Diversos membros do FOMC comitê de política monetária do Federal Reserve têm expressado preocupação nas últimas semanas com a lentidão do processo de desinflação, especialmente no setor de serviços, que continua sendo o principal foco de pressão inflacionária", observa em relatório a One Investimentos sobre o calendário da semana. Por aqui, será conhecida a prévia da inflação oficial do mês nesta quarta-feira, com o IPCA-15 referente a novembro.

Na B3, o dia foi de oscilações contidas, em ambas as direções, para os carros-chefes do Ibovespa, como Vale (ON -0,11%) e Petrobras (ON -0,49%, PN -0,09%). Entre os maiores bancos, as variações ficaram entre -0,73% (BB ON, na mínima do dia no fechamento) e +0,05% (Bradesco PN). Na ponta ganhadora, MRV (+3,94%), Assaí (+3,88%) e Vamos (+3,83%). No lado oposto, CSN Mineração (-6,26%), CVC (-5,46%) e Azzas (-2,44%).

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Para Rodrigo Alvarenga, sócio da One Investimentos, o fechamento da curva de juros doméstica, na sessão, contribuiu para o bom desempenho da Bolsa nesta abertura de semana, antes que a agenda de dados ganhe fôlego. "Prisão de Bolsonaro não fez preço, na medida em que era esperada para algum momento, mas possível ruptura do presidente do Senado Davi Alcolumbre com o governo em torno da indicação do presidente Lula para o STF" requer atenção, pelo potencial de envolver pauta-bomba para as contas públicas, acrescenta.

"Dia bem de lado para o mercado, à espera da agenda da semana, em especial a da quarta-feira. Ainda se tem cautela com relação à possibilidade de pauta-bomba no Senado, o que impediu uma alta mais forte do Ibovespa nesta segunda", pontua Gabriel Mollo, analista da Daycoval Corretora.

"Tom meio morno para o mercado nesse começo de semana. Sem grandes movimentos no dia de hoje segunda, com dólar devolvendo um pouquinho da alta da semana passada e ajuste na curva de juros de baixa apoiado no discurso do presidente do BC, Gabriel Galípolo, em almoço da Febraban, de compromisso com inflação que ainda o incomoda, sem espaço para cortar Selic ainda este ano", diz Rodrigo Marcatti, economista e CEO da Veedha Investimentos. No fechamento, o dólar à vista mostrava leve baixa de 0,12%, a R$ 5,3950.

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"A inflação mantém uma trajetória de desaceleração, mas em passos curtos, gradativos. Ainda estamos longe da meta e essa dinâmica lenta é exatamente o que sustenta a manutenção da Selic em 15%. Dezembro costuma trazer pressão de consumo, por causa das compras natalinas e da Black Friday, e Galípolo não quer arriscar um corte prematuro que gere uma inversão da curva", avalia Alison Correia, analista e cofundador da Dom Investimentos.

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