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Ibovespa corrige parte de excessos com NY, Petrobras e Vale, diante de agenda fraca

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Após subir 0,38%, na máxima a 191.977,51 pontos na manhã desta quinta-feira, 26, o Ibovespa passou a cair minutos após a abertura, renovando mínimas, indo para a casa de 190 mil pontos. Em Nova York, as bolsas recuam em sua maioria.

A agenda de indicadores está esvaziada no Brasil e lá fora, mas a de balanços brasileira está recheada. O foco está no exterior, diante da espera da nova rodada de negociações nucleares entre Estados Unidos e Irã, em Genebra, nesta quinta-feira.

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"Se romper o nível de 190 mil pontos, pode ir mais para baixo, mas imagino que nem tanto. A próxima resistência são 195 mil pontos", diz Kevin Oliveira, sócio e advisor da Blue3.

O recuo do principal indicador da B3 é puxado principalmente pela retração dos papéis ligados ao petróleo. À espera da retomada das negociações sobre o programa nuclear iraniano, o petróleo cede em torno de 2%. Depois de cinco elevações seguidas, Vale recua quase 3%, penalizando também o Índice Bovespa. A maioria das ações de bancos recua.

"O mercado está um pouco cauteloso", pontua Oliveira. Conforme ele, investidores e agentes financeiros aguardam novidades, antes de tomar decisões, após o Ibovespa ter renovado na terça-feira, pela 13ª sessão no ano, recorde de fechamento, pela primeira vez aos 191 mil pontos. Ontem, na máxima, atingiu a marca inédita dos 192623.56 pontos, em alta de 0,59%, mas fechou em queda.

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Conforme Oliveira, o recuo de 0,73% no Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de fevereiro, divulgado hoje, após alta de 0,41% em janeiro, reforça o quadro de alívio na inflação brasileira, o que pode gerar expectativas de um IPCA do segundo mês de 2026 mais brando. "Pode ser uma antecipação do que mostrará o IPCA-15", diz. A deflação de 0,73% no IGP-M foi mais intensa do que a mediana de queda de 0,65% das expectativas, todas negativas, que iam de recuos de 0,90% a 0,56%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) será divulgado na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a mediana das estimativas (0,39% a 0,69%) coletadas em pesquisa Projeções Broadcast, o IPCA-15 deve acelerar a 0,56% em fevereiro, ante alta de 0,20% em janeiro.

A mediana indica que o IPCA-15 deve desacelerar a 3,81% no acumulado em 12 meses, após registrar 4,50% em igual período até janeiro, no teto da meta de inflação.

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Nos cálculos do economista-chefe da Monte Bravo, Luciano Costa, o IPCA-15 de fevereiro deve registrar variação positiva de 0,58%. Em nota, estima impactos na inflação deste mês do reajuste anual de educação, da alta sazonal de alimentos e do aumento de eletroeletrônicos.

Em contrapartida, Costa prevê que alguns itens deverão aliviar o IPCA-15 de fevereiro como a expectativa de deflação de passagens aéreas, o desconto do preço da gasolina e as promoções de vestuário.

Na B3, a safra de balanços está cheia hoje, com divulgações de balanços da própria Bolsa, Axia, Caixa Seguridade, entre outros, após o fechamento dos mercados. Na véspera, saíram os dados trimestrais de Nubank, Rede D'Or, Copasa, por exemplo.

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Paralelamente, fica no foco a informação de que o Banco do Brasil solicitou a repactuação do cronograma de devolução de um Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) contratado com o Tesouro desde 2012. A medida faz parte do conjunto de ações prudenciais para reforço de capital do banco.

Ontem, o Ibovespa fechou em baixa de 0,13%, aos 191.247,46 pontos.

Às 11h33 desta quinta-feira, o Índice Bovespa caía 0,39%, aos 190.495,28 pontos, ante recuo de 0,50%, na mínima em 190.295,77 pontos, depois de abrir em 191.248,18 pontos. Neste penúltimo dia de fevereiro, sobe em torno de 5%. Petrobras recuava entre 0,66% (PN) e 0,72% (ON).

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