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Ibovespa cai com ruído eleitoral, ata e exterior; duas ações sobem, de 82

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O Ibovespa cai desde o início da sessão, em meio a ruídos eleitorais e à ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada na manhã desta terça-feira, 16. Além disso, o petróleo cai 2% e as bolsas de Nova York abriram em baixa, enquanto investidores avaliam dados do mercado de trabalho dos EUA. O quadro é de aversão a risco, com o dólar à vista subindo, tendo tocado máxima a R$ 5,4590, e juros futuros em alta.

Em contrapartida, a alta de 1,06% do minério de ferro hoje em Dalian, na China, estimula ganho da Vale, enquanto os demais papéis do setor de metais recuam.

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Mais cedo, saiu a ata do Copom relativa à decisão da semana passada, quando a taxa Selic ficou inalterada em 15% ao ano. Ainda foi informado o payroll americano duplo, de outubro e novembro.

Outro ponto que incomoda investidores é ruídos político, antes da divulgação de pesquisas pela Quaest entre amanhã e quinta-feira, sobre a corrida ao Planalto e a popularidade do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo Felipe Cima, analista da Manchester Investimentos, há rumores sobre o resultado da pesquisa que poderia desagradar ao mercado financeiro. "Soma-se a isso o tom duro da ata do Copom. O documento traça um cenário mais leve, mas a conclusão é a mesma: de Selic no nível atual por período bastante prolongado", avalia.

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Hoje, a ata do Copom reconheceu uma melhora do cenário para convergência da inflação à meta. Mesmo assim, reforçou que mantém uma postura "vigilante", e que não vai hesitar em aumentar a taxa Selic novamente se julgar que esse caminho é apropriado. Ainda admitiu que o cenário externo está "menos incerto" e viu pela primeira vez acomodação no mercado de trabalho.

"A ata destacou que o balanço de riscos aliviou em relação à última reunião, especialmente devido as tensões comerciais com os EUA e conflitos externos", avalia o economista-chefe da BGC Liquidez, Felipe Tavares.

Conforme Tavares, pela ata, todos os fatores necessários para dar o conforto ao Banco Central iniciar o ciclo de cortes de juros em janeiro foram dados. "Contudo, o BC destaca na conclusão que se manterá vigilante, dando a entender que o ciclo de cortes começará em março/2026", diz, completando que esta é a projeção da BGC.

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O economista-chefe da G5 Partners, Luis Otavio de Sousa Leal, por sua vez, reconhece que na ata o colegiado avançou "mais um passo" na condução da política monetária. Segundo ele, está claro que o ciclo de queda da Selic está próximo, podendo ser já em janeiro ou, no mais tardar, na reunião de março do Copom.

Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 1,07%, aos 162.481,74 pontos.

Às 11h29 desta terça, o Índice Bovespa caía 1,14%, aos 160.622,64 pontos, ante mínima em 160.153,50 pontos (-1,43%) e abertura na máxima aos 162.481,74 pontos, com variação zero. Sete ações subiam, de um total de 82, caso de Vale ON (0,83%).

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