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Ibovespa cai após recorde na véspera, enquanto digere IPCA de janeiro

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O Ibovespa cai desde o início da sessão desta terça-feira, 10, a despeito da alta dos índices futuros de ações das bolsas de Nova York e do petróleo. Além disso, fica no foco o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro. Os juros futuros e o dólar em relação ao real têm viés de alta. Ontem, o Ibovespa encerrou em alta de 1,80%, aos 186.241,15 pontos - marca inédita de fechamento.

"A queda do Índice Bovespa é mais um correção. Não está influenciada ao IPCA", diz Luiz Carlos Corrêa, Head de Alocação e sócio da Nexgen Capital.

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A safra de balanços também concentra as atenções, bem como o noticiário corporativo, como a informação de que a Justiça Federal determinou a suspensão de mina de Fabrica, da Vale.

Já a Petrobras divulga o Relatório de Produção e Vendas referente ao quarto trimestre de 2025, após o fechamento dos mercados.

Ainda fica no radar evento do BTG Pactual, na capital paulista, com participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent.

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No exterior, sairão vendas no varejo dos Estados Unidos e há falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).

No campo de balanços, a BB Seguridade registrou lucro líquido de R$ 2,3 bilhões no quarto trimestre de 2025, aumento de 5,1% em relação ao ano anterior, mas queda de 10,8% trimestralmente. A Motiva reportou um lucro líquido de R$ 605,7 milhões no quarto trimestre de 2025, um aumento de 178,1% em relação ao ano anterior. Investidores ainda monitoram os desdobramentos envolvendo a Raízen.

Nesta manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que o IPCA fechou janeiro com alta de 0,33%, ante um avanço de 0,33% em dezembro, acumulando 4,44% em 12 meses. Os dados ficaram um pouco acima das medianas (0,32% e 4,43%, respectivamente).

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"O IPCA de janeiro veio acima da nossa projeção, com qualitativo pior do que esperado por nós", diz Luciana Rabelo, economista do Itaú Unibanco, em relatório. Apesar do número, a projeção para a inflação de 2026 do banco segue em 4% com viés de baixa especialmente em função do câmbio em patamar mais apreciado.

O economista do Banco Daycoval Julio Barros destaca a parte de serviços baixa no IPCA de janeiro, que contribui para uma visão benigna da inflação. Neste sentido, o cenário previsto de uma desinflação maior, refletindo mais os efeitos do câmbio do que a desaceleração da atividade em si, faz com que o Daycoval mantenha sua projeção de início de corte da Selic em 0,25 ponto porcentual no próximo Comitê de Política Monetária (Copom).

"Mas evidentemente que esse patamar de câmbio é mais acomodado e tem os dados para saírem daqui até a reunião de março podem mudar a nossa percepção e o Banco Central, começar com cortes mais intensos", admite Barros.

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Às 11h30, o Índice Bovespa caía 0,21%, aos 185.844,09 pontos, ante alta de 0,27%, na máxima em 186.746,30 pontos, e mínima em 185.083,14 pontos (-0,62%), com abertura em 186.241,15 pontos (variação zero). Vale cedia 0,79% e Petrobrás recuava entre -0,54% (PN) e -0,50% (ON). Já papéis de grandes bancos avançavam. Bradesco, por exemplo, subia 1%. Em Dalian, o minério de ferro fechou estável.

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