Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Haddad, sobre Propag: Lula não olha se governador é A, B ou C

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira, 6, que o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), instituído em 2025, foi um acordo feito porque as dívidas eram insustentáveis. O programa federal visa renegociar as dívidas de Estados e do Distrito Federal com a União, com alongamento do prazo de pagamento em até 30 anos e redução dos juros, exigindo contrapartidas em investimentos sociais e permitindo a federalização de ativos, como empresas estatais.

"O presidente Lula sempre, não é só retórica, é uma prática do presidente Lula, ele não olha se o governador é A, B ou C. Ele quer saber se vai atender a população daquele Estado ou não. É assim que ele se porta", defendeu Haddad em evento do PT, em Salvador (BA), nesta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Haddad lembrou que o Propag nasceu de um acordo feito entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que presidia o Senado na época e que atuava principalmente em favor da renegociação das dívidas do Estado de Minas Gerais.

O ministro argumentou que a visão de sua pasta era de que a situação das dívidas dos Estados era insustentável e alguma coisa tinha que ser feita. "Foi feita mais do que devia? Aí, na negociação política, teve alguma coisa além do que a Fazenda pretendia. Enfim, foi uma negociação que foi feita, eu acho que ela tinha que ser feita de alguma maneira, e foi bem feita."

Haddad ponderou que o programa acabou favorecendo os Estados não devedores, "porque a gente incluiu um mecanismo de que uma parte do desconto cria um fundo para partilhar para os Estados não devedores, foi esse o acordo que foi feito, e deu uma condição de sustentabilidade para as dívidas estaduais que elas hoje não têm".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E disse ainda que a União não podia "continuar se enganando" de que algumas dívidas seriam pagas. "E outra, destravar o investimento nos Estados é muito importante", completou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline