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Haddad: governo limitou crescimento da despesa e tentou acabar com medidas 'pró-mamata'

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez um balanço de resultados econômicos do governo atual e avaliou que, além da limitação do crescimento das despesas, houve tentativa de acabar com medidas "pró-mamata". Em entrevista ao portal Metrópoles, ele se referia aos benefícios fiscais para um número pequeno de agentes empresariais, sem mencionar nomes.

Segundo ele, a vasta maioria não recebe tais benefícios. "99% dos empresários brasileiros estão trabalhando em suas indústrias, oficinas, lojas, escritórios, sem pedir benefícios fiscais aqui em Brasília", avaliou o ministro.

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Sobre as contas públicas, Haddad voltou a comentar que o déficit primário do atual mandato do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, será 70% menor do que o do governo anterior.

Ele mencionou que o governo herdou dez anos de saldo negativo no resultado primário, buscando "consertar" estragos ao assumir a gestão em 2023.

O ministro avaliou ainda que as pessoas mais pessimistas com o Brasil estariam "começando a dar o braço a torcer" com resultados econômicos do terceiro mandato do presidente Lula e medidas estruturais realizadas.

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Na avaliação dele, foi feita uma "pequena revolução" no Brasil na parte tributária e também mudanças relevantes no setor de crédito.

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