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Governo federal retoma cobrança de impostos sobre gasolina e etanol

O preço do litro da gasolina e do etanol vai sofrer um aumento de R$ 0,22 a partir do próximo sábado (1º)

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Governo federal retoma cobrança de impostos sobre gasolina e etanol
Autor O valor dos combustíveis sofrerá um aumento a partir de sábado - Foto: Agência Brasil

Notícia triste para os consumidores! O governo federal retomará a cobrança da alíquota dos impostos federais sobre a gasolina e o etanol. Com a medida, os combustíveis sofrerão um aumento de R$ 0,22 por litro a partir do próximo sábado (1º).

A Petrobras anunciou na última semana uma redução de R$ 0,13 por litro da gasolina para as distribuidoras. Porém, com o retorno dos tributos federais, o efeito dessa queda será eliminado, visto que o aumento é superior ao valor da redução.

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- LEIA MAIS: Petrobras reduz R$ 0,13 no preço da gasolina para distribuidoras

O preço da gasolina já havia subido R$ 0,21 por litro na semana entre 4 a 10 de junho, com a mudança na forma de tributação do ICMS. Na ocasião, o imposto passou a ser cobrado com base em uma alíquota fixa por litro.

Nova política de preços

A Diretoria Executiva da Petrobras aprovou, no dia 15 de maio, sua estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina. A nova política encerra a subordinação dos valores ao preço de paridade de importação.

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A partir de agora, as referências de mercado serão o custo alternativo do cliente como prioridade e o valor marginal para a Petrobras.

Segundo a empresa, o custo alternativo do cliente contempla alternativas de suprimento por fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos. Já o custo marginal da Petrobras se baseia no custo das diversas alternativas para a empresa, entre elas a produção, importação e exportação do produto.

As premissas, segundo nota divulgada pela empresa, são preços competitivos por polo de venda, participação "ótima" da Petrobras no mercado, otimização dos seus ativos de refino e rentabilidade de maneira sustentável.

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“Nosso modelo vai considerar a participação da Petrobras e o preço competitivo em cada mercado e região, a otimização dos nossos ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável”, afirmou o diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Claudio Schlosser, segundo nota divulgada pela empresa.

Os reajustes continuarão sendo feitos sem uma periodicidade definida e evitará repasses da volatilidade dos preços internacionais e do câmbio aos consumidores brasileiros, segundo informa a nota.

“A precificação competitiva mantém também um patamar de preço que garante a realização de investimentos previstos no Planejamento Estratégico. A Petrobras reforça seu compromisso com a geração de valor e com a sustentabilidade financeira de longo prazo, preservando a sua atuação em equilíbrio com o mercado, ao passo que entrega aos seus clientes maior previsibilidade por meio da contenção de picos súbitos de volatilidade”, diz a nota.

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As decisões sobre os preços continuam sendo subordinadas ao Grupo Executivo de Mercado e Preço, composto pelo presidente da empresa, Jean Paul Prates, pelo diretor-executivo de Logística, Comercialização e Mercados e pelo diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores.

Com informações do Metrópolis.

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