Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Galípolo: sigilo de 8 anos sobre liquidação do Master segue regras em vigor desde 2018

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quarta-feira, 8, que o sigilo de oito anos imposto sobre as informações referentes à liquidação do Banco Master segue regras da autoridade monetária em vigor desde 2018. Galípolo mencionou que houve críticas à decisão e ponderou que se há uma insatisfação com a regra seria possível rediscuti-la, mas não simplesmente descumpri-la.

Na sequência, frisou que no caso do Master a autoridade monetária entende que é fundamental seguir o rito da forma mais estrita possível.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"No caso do Banco Master, a gente entende que é fundamental que seja seguido o rito mais estrito possível, justamente para evitar dar algum tipo de subsídio, para eventualmente ter algum tipo de questionamento amanhã", disse o presidente do BC, em audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado.

Galípolo também voltou a afirmar que o País precisa normalizar relações institucionais. "Entendo, como normalizar as relações institucionais, não recuar daquilo que são as suas obrigações legais e o seu mandato legal, nem um milímetro, mas também não exorbitar o que é a sua função e a sua obrigação legal."

Meta de inflação

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banqueiro central também frisou, em relação à meta de inflação, que quem está sentado no BC segue o mandato, não o discute.

Pix

O presidente do Banco Central afirmou ainda que os incidentes cibernéticos registrados em 2025 decorreram de ataques às instituições financeiras e não ao sistema do Pix. "Em quase todos esses casos, o que a gente encontrou foi que existia algum tipo daquilo que é conhecido como engenharia social", detalhou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Galípolo comparou que dizer que o sistema do Pix que foi atacado nesses casos, quando alguém invadiu uma instituição financeira e roubou seus recursos, seria o equivalente a afirmar que o dinheiro impresso pelo Banco Central que foi roubado quando alguém assaltou uma agência bancária.

"Em nenhum dos casos foi atacado o sistema efetivamente do Pix. Foram sistemas próprios de instituições, ou muitas vezes sistemas terceirizados", disse o presidente do BC.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV