Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Galípolo: este é um BC que depende de dados; juro contracionista responde essa questão

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta quinta-feira, 25, que a autoridade monetária continua "dependente de dados", tentando comunicar a sua função de reação. Isso, com a taxa de juros em nível contracionista, responde aos questionamentos sobre a duração do período "bastante prolongado", ele argumentou.

Indagado sobre o tema durante a entrevista coletiva para comentar o Relatório de Política Monetária (RPM), Galípolo explicou que a menção a uma "continuidade na interrupção" do ciclo de alta de juros foi retirada das comunicações do Comitê de Política Monetária (Copom) porque tinha se tornado extemporânea, e a postura dependente de dados já ficou clara.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Parecia ficar um pouco extemporâneo você manter a ideia de continuidade da interrupção, ainda que a gente tenha preservado ali a ideia, na linha de que nós estamos dependentes de dados, que nós vamos seguir observando se a taxa de juros está em um patamar contracionista o suficiente para produzir a convergência da inflação para a meta", disse o banqueiro central.

Galípolo afirmou que os recordes atingidos no mercado de trabalho brasileiro apoiam a ideia de que a autoridade monetária deve reagir, em um cenário de inflação fora da meta e com desemprego nas mínimas históricas. Ele acrescentou que o pior cenário para um trabalhador é a combinação de inflação relevada e queda da renda.

Divergências

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do Banco Central repetiu ainda que considera "legítimo" que haja divergências entre autoridade monetária e Ministério da Fazenda em relação à condução da política monetária.

"É absolutamente legítimo, dentro do ambiente democrático que nós vivemos, que qualquer pessoa possa expressar sua opinião sobre o que imagina que deveria ser feito na política monetária, em especial o ministro da Fazenda", ele disse, quando indagado sobre o tema durante a entrevista.

Ele lembrou que o processo decisório permanece com o Copom, que tem autonomia para conduzir a taxa de juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline