Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Galípolo: discussão sobre a PEC do BC, agora, é sobre entender qual é o texto de consenso

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta quinta-feira, 26, que o momento atual em relação a mais um passo na autonomia da instituição é entender qual o texto de consenso entre todas as partes envolvidas em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65. Ele afirmou em entrevista coletiva para comentar o Relatório de Política Monetária (RPM) do segundo trimestre que continua a dialogar sobre o tema com o Legislativo e que as conversas têm avançado "muito bem".

"Agora é uma discussão muito mais de a gente entender qual é o texto que consegue ser contemplado, de limite, de consenso, possível entre os diversos atores e lados", comentou Galípolo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Além disso, o presidente do BC citou que houve declarações favoráveis à PEC não só do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, quanto por parte de outros ministros. Inicialmente, o PT era contra a conceder mais autonomia - agora financeira e administrativa - à autoridade monetária.

Mais forte que isso, muitos agentes do governo não queriam ver avanço durante a gestão do antecessor de Galípolo no comando do BC, Roberto Campos Neto, que foi indicado para o cargo pelo então presidente da República, Jair Bolsonaro.

"As conversas têm avançado muito bem. Diversos ministros estão envolvidos no processo", relatou, acrescentando que o papel do Banco Central neste momento é de apoio no diálogo com questões técnicas. "Todas as vezes que ele (BC) é demandado, a gente segue fazendo esse diálogo. Mas já tivemos ali declarações favoráveis do próprio ministro Haddad, de outros ministros, de senadores", citou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline