Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Fevereiro de 2026 tem recorde de CPFs negativados, aponta Serasa

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Brasil bateu recorde de 81,7 milhões de CPFs negativados em fevereiro de 2026 e tem registrado recordes desde janeiro de 2025, pois a taxa Selic está em um nível muito elevado, segundo a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, em entrevista coletiva sobre os dez anos do Mapa da Inadimplência.

A economista afirma que não vê reversão de dados de inadimplência tão cedo, frisando que por mais que a Selic caia, ainda continuará em nível de juros muito restritivo - e acrescentou que o Banco Central mudou um pouco a sinalização nas últimas comunicações, colocando mais cautela para o ciclo de flexibilização monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Se antes tínhamos expectativa de juro perto de 12%, mercado começou a revisar para cima essas projeções. Vemos boletim Focus vendo taxa de juros no nível de 12,50% no fim de 2026, e precificação na curva de juros com nível entre 13% e 14% nos juros de longo prazo, dois dígitos", acrescenta.

Abdelmalack ainda observa que as instituições financeiras estão desacelerando o ritmo de concessão, principalmente puxado pelas modalidades de juros mais barato. "Ou seja, a população está se endividando em modalidades mais caras."

Em uma década, houve uma alta de 38,1% no número de brasileiros inadimplentes, de 59 milhões em 2016 para 81,7 milhões em 2026.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A economista diz também que não basta ver se o crédito está mais caro ou mais barato para entender a inadimplência. "Tem a história da inflação por trás disso, porque corrói poder de compra da população, principalmente nas faixas de renda menor."

Dados da Serasa Experian mostram que, em média, o brasileiro tem 70,5% da sua renda comprometida, mostrando como está alavancado.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV