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Fed/Bowman: em julho, defendi a redução de juros pelas condições do mercado de trabalho

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A vice-presidente de Supervisão do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Michelle Bowman, apontou neste sábado (9) que, anteriormente, considerava apropriado manter os juros entre 4,25% e 4,5%. Contudo, a partir da reunião de julho, começou a defender a redução pelas condições do mercado de trabalho.

"Na minha opinião, as condições econômicas pareciam estar mudando e, como resultado, deveríamos refletir essa mudança em nossas decisões", disse. Bowman também destacou sua avaliação de que a inflação se aproximou consideravelmente do alvo do Fed, excluindo os efeitos temporários das tarifas, e o mercado de trabalho permaneceu próximo do pleno emprego.

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"Como minha declaração de discordância observa, com o crescimento econômico desacelerando este ano e sinais de um mercado de trabalho menos dinâmico se tornando claros, vejo como apropriado começar a mover gradualmente nossa postura política moderadamente restritiva em direção a uma configuração neutra", afirmou.

Segundo Bowman, tomar a decisão de cortar os juros em julho poderia reduzir o risco de enfraquecimento adicional do mercado de trabalho e da atividade econômica. Na avaliação dela, apesar de o desemprego estar na mínima histórica em julho (4,2%), o último payroll mostra sinais de fragilidade e perda de dinamismo do mercado de trabalho.

"A relação emprego-população caiu significativamente este ano, sugerindo um maior enfraquecimento nas condições do mercado de trabalho do que a taxa de desemprego implica", detalhou.

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Além disso, segundo Bowman, os ganhos de empregos se concentraram em um conjunto restrito de indústrias que tendem a ser menos afetadas pelo ciclo econômico.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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