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Exterior positivo e cenário de desinflação no Brasil animam Ibovespa a buscar 158 mil pontos

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O tom positivo nos mercados de ações do ocidente estimula o Ibovespa. Investidores se apegam a expectativas de novo corte de juros nos Estados Unidos em dezembro e de início de quedas da Selic a partir de 2026, apesar do resultado um pouco acima do esperado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15) de novembro, de 0,20%.

"Apesar do avanço de 0,02 ponto porcentual em relação ao resultado de outubro e da mediana das expectativas, de 0,18%, não muda a visão de desaceleração da inflação corrente, de um IPCA mais próximo da banda de cima, de 4,5%, no fechamento em 2025", avalia Rodrigo Ashikawa, economista da Principal Claritas.

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Além do IPCA-15, indicadores americanos de atividade, além do Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) ficam no foco. Além disso o mercado aguarda o Plano de Negócios 2026-2030 da Petrobras, que será analisado amanhã pelo Conselho e apresentado ao mercado na sexta-feira. Apesar do viés de baixa do petróleo, as ações da estatal avançavam entre 0,37% (PN) e 0,73% (ON) às 11h24.

Ao mesmo tempo, investidores monitoram questões fiscais, com a divulgação à tarde do resultado primário do Governo Central de outubro (14h30) e após o Senado aprovar ontem, por 57 votos a zero, um projeto de lei que concede aposentadoria especial a agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias.

Considerada uma "pauta-bomba" pelo governo devido ao impacto fiscal, a medida agora segue para apreciação na Câmara. O Ministério da Previdência estimou um impacto de R$ 24,72 bilhões em dez anos, enquanto a Confederação Nacional dos Municípios calcula R$ 103 bilhões.

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Integrantes da equipe econômica indicam que, se aprovada, a medida pode ser vetada e levada ao Supremo Tribunal Federal. O projeto foi desengavetado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, após desentendimentos com o presidente Lula sobre a indicação de Jorge Messias ao STF, quando Alcolumbre defendia o nome de Rodrigo Pacheco.

No fundo, o mercado acredita que as partes vão se entender, avalia o estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus, o que, segundo ele, evita um clima desfavorável no mercado brasileiro nesta manhã.

"Lá fora está positivo, há confiança de corte de juros em dezembro nos Estados Unidos. Aqui, o IPCA-15 é mais do mesmo. O dado reforça que a visão cautelosa do presidente do Banco Central, Gabriel, Galípolo, com relação à dinâmica da inflação está correta", avalia Laatus, lembrando que o feriado de Ação de Graças nos EUA, amanhã, pode impor certa cautela ao longo do dia.

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Nesta manha, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o IPCA-15. A taxa do índice acelerou a 0,20% em novembro, após ter avançado 0,18% em outubro. Com o resultado, o IPCA-15 registra alta de 4,50% em 12 meses, ante taxa de 4,94% até outubro. O dado ficou acima da mediana das estimativas encontrada na pesquisa feita pelo Projeções Broadcast, de 0,18%.

"O IPCA-15 veio um pouco acima do consenso por fatores que são independentes ao hiato do produto e pouco relevantes para condução da política monetária", pontua Rodrigo Marques, gestor e economista-chefe da Nest Assset Management.

Ainda na agenda do dia, o presidente Lula sanciona no fim da manhã, a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda.

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O minério de ferro fechou hoje com alta de 0,19%, em Dalian, na China. Vale subia 0,70%, influenciando os demais papéis do setor de metais.

Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 0,41%, aos 155.910,18 pontos.

Às 11h25 desta quarta-feira, o Índice Bovespa subia 11,4%, aos 157.701,65 pontos, ante elevação de 1,22%, com máxima em 157.809,68 pontos, e mínima em 155.914,29 pontos (variação zero) e abertura em 155.915,15 pontos. Os juros futuros e o dólar tinham viés de alta no horário citado.

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