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Exterior parcimonioso e queda menor no IBC-Br do que a prevista impõem cautela ao Ibovespa

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A valorização de mais de 1,50% nas cotações do petróleo no exterior é insuficiente para empolgar o Ibovespa no início da sessão desta quinta-feira, 19. A queda das bolsas internacionais, diante de balanços e tensões entre Estados Unidos e Irã limita um avanço forte do principal indicador da B3.

Ainda fica no foco a queda de 0,18% do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) em dezembro ante novembro. O resultado mostrou um recuo menos intenso do que a mediana das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, que indicava queda de 0,40%.

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No fechamento de 2025, o indicador registrou alta de 2,45%, pouco acima da mediana das estimativas, que era de 2,40%.

No exterior, as atenções focam em discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), balança comercial e pedidos de auxílio-desemprego nos EUA.

Conforme ressalta o economista-chefe do banco BV, Roberto Padovani, o ambiente no exterior é de cautela. Segundo relata em comentário matinal, balanços europeus que trazem viés negativo aos mercados também devido a preocupações geopolíticas, que seguem no radar principalmente por causa do Irã.

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Segundo Pedro Cutolo, estrategista da One Wealth Management, o desempenho discreto do Ibovespa sugere que alguns investidores ainda não retornaram com força da folga carnavalesca e os que estão na ativa aguardam novos catalisadores. "Estão tentando entender o movimento recente de ganhos", diz.

Há algumas incertezas no radar como se de fato o Fed retomara cortes de juros em breve, diz, após ontem a ata do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) do banco central dos EUA sugerir uma postura mais conservadora para a trajetória de juros nos Estados Unidos do que o esperado.

Quanto ao IBC-Br, o recuo em dezembro em relação a novembro confirma que a desaceleração da atividade brasileira ocorre de maneira gradual, reforçando estimativas de início de queda da Selic em março pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A dúvida é quanto ao ritmo inicial de cortes do juro básico, que está em 15% ao ano.

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Para o economista Leonardo Costa, do ASA, o resultado do IBC-Br confirma o quadro de moderação da atividade econômica brasileira observado nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de dezembro, com leve contração na margem e recuperação interanual. O ASA estima alta de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre de 2025, que será divulgado no dia 3 de março. "Ligeiramente acima do trimestre anterior, de 0,1%, mas ainda compatível com trajetória de desaceleração gradual da atividade", diz Costa.

Sem a referência da China, que fecha o mercado de minério de ferro em Dalian, devido ao feriado em razão das comemoração pelo Ano-Novo Lunar, as ações do setor de metais ficam sem norte. Ontem, as ações da Vale despencaram 3,57%, prejudicando o Ibovespa, que fechou em baixa de 0,24%, aos 186.016,31 pontos, a despeito da alta do petróleo na véspera.

Às 11h30, Vale caía 1,49%, enquanto Petrobras subia em torno de 1,40%. Já o Índice Bovespa tinha alta de 0,18%, aos 186.345,92 pontos, ante alta de 0,49%, na máxima em 186.921,47 pontos, depois de cair 0,05%, na mínima em 185.297,99 pontos e abertura em 186.020,39 pontos, com variação zero. Em Nova York, as bolsas abriram em queda.

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