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Durigan: Pedimos às distribuidoras que todo o impacto oferecido seja repassado imediatamente

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O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta quinta-feira, 12, que o governo pediu às distribuidoras de combustível que o alívio no preço do diesel proporcionado pelas medidas anunciadas seja "imediatamente" repassado aos consumidores.

Durigan representou o ministro Fernando Haddad em reunião com representantes das maiores distribuidoras privadas de combustíveis - responsáveis por cerca de 70% do mercado privado no Brasil.

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"Nós pedimos às distribuidoras que todo o ganho oferecido pelo governo, todo o impacto oferecido pelo governo com as duas medidas - a desoneração e a subvenção - seja imediatamente considerado e repassado, considerado no repasse para a ponta final", afirmou Durigan a jornalistas após a reunião, que ocorreu na sede do Ministério de Minas e Energia.

Além de Durigan e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participaram da reunião o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e a secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, representando o ministro Rui Costa.

O secretário-executivo da Fazenda argumentou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem pedido a seus auxiliares para que a população brasileira não arque com o custo da guerra no Oriente Médio. "A gente trabalhou muito tempo para fazer um mecanismo que seja fisicamente neutro e leve esse benefício de maneira efetiva para a ponta, para que a gente não sinta o custo da guerra no nosso País", ponderou.

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Durigan frisou que as medidas anunciadas são fundamentais para garantir a soberania brasileira e frisou que, além da questão do preço, foi tratada a questão do abastecimento. "Como o valor do Brent subiu muito, o que causa todo esse descompasso, nos parece razoável que o ganho que vá para além do previsto anteriormente receba essa tributação que nos ajuda a estimular a produção interna, o direcionamento para o mercado interno e ao mesmo tempo nos dá as condições de fazer a neutralidade fiscal, a compensação para essas duas medidas", completou.

Por fim, ele disse que os órgãos de Estado estão fortalecendo a fiscalização e pediu "a parceria das distribuidoras para que a gente tenha de maneira muito fluida esse controle do que é o dinheiro público, seja do benefício fiscal, seja da subvenção e o rigor da verificação de quanto esse recurso público está chegando na ponta".

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