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Durigan diz que recebeu de Lula missão para que preço puxado por guerra não chegue às famílias

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que recebeu do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a missão para que "o preço que a guerra (no Irã) vai impor ao mundo e ao Brasil não chegue às famílias" brasileiras. Ele citou as últimas ações do governo para conter a alta dos combustíveis, como as alíquotas zeradas de Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a importação.

Também disse que busca uma solução junto aos governadores e que vai cobrá-los na sexta-feira, 27, por uma resposta a uma sugestão já apresentada pela Fazenda. "Anunciamos, há duas semanas, uma ajuda para quem está produzindo e importando diesel. Estamos conversando, junto com o ministro (Guilherme) Boulos para que os caminhoneiros sigam trabalhando e confiando no trabalho do governo federal. E estamos discutindo com governadores. Já apresentei proposta e vou cobrar amanhã, 27, para que a gente aumente o apoio para importação de diesel e mantenha nosso País soberano em termos de abastecimento."

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"Estamos protegendo nossos caminhoneiros, as famílias e o consumidor de uma guerra que não foi causada por nós. A guerra no Irã, que vemos como uma lástima para o mundo, tem causado uma série de desarranjos na economia global. O que o presidente Lula nos pediu e estamos cuidando disso no dia a dia é garantir que o preço que a guerra vai impor ao mundo e ao Brasil não chegue às famílias", reiterou Durigan, em visita à linha de produção e participação da reinauguração do parque fabril da Caoa, em Anápolis (GO)

O novo ministro da Fazenda foi apresentado por Lula aos presentes no evento. O presidente tem feito isso em todos os compromissos em que está acompanhado de Durigan.

O ministro disse que seu principal objetivo à frente da Fazenda "é fazer com que a gente coloque de maneira mais concreta e visível todos os ganhos que Lula, Haddad e Alckmin proporcionaram ao País". "Precisamos evidenciar isso", disse, citando o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.

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E declarou: "Quando vocês lembram de ter um Brasil com inflação sob controle, crescimento contínuo e sustentável, com as pessoas saindo do mapa da fome, nível de emprego aumentando? Isso é raro."

O ministro destacou dados como o crescimento das safras do agronegócio concomitante com a redução do desmatamento. "Com o presidente Lula, o compromisso é com todos: com o meio ambiente, com o agronegócio, com a indústria, com o desenvolvimento, para nosso povo viver com qualidade de vida", afirmou.

Também fez um aceno aos trabalhadores da fábrica que visitou ao lado de Lula. Disse que o "desenvolvimento é fundamental para o País" e que é preciso aumentar a produtividade da indústria brasileira. Segundo ele, isso permitirá que os trabalhadores "trabalhem bem e menos tempo, tenham mais tempo para descansar. Isso é ganho de produtividade".

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"Nosso País precisa disso, de agora em diante vamos perseguir ganho de produtividade, de inovação e de eficiência", comentou Durigan.

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