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Dólar tem viés de alta com tensão entre EUA e Europa e queda de commodities

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O dólar desacelerou a alta no mercado à vista, que está em linha com a valorização externa da divisa americana frente a outras moedas emergentes ligadas a commodities, diante do aumento dos riscos geopolíticos entre EUA, Groenlândia e Europa e de quedas do petróleo e do minério de ferro. Contudo, houve uma realização de lucros e ajustes que pressionam o dólar em meio a uma liquidez reduzida com o feriado nos EUA. Por volta das 9h30 desta segunda-feira, 19, o dólar à vista ganhava 0,02%, a R$ 5,3739, após registrar máxima intradia a R$ 5,3819 (+0,17%) e mínima a R$ 5,3704 (-0,04%).

O presidente americano, Donald Trump, anunciou tarifas contra países europeus para forçar um acordo sobre a compra da Groenlândia, com alíquotas de 10% a partir de fevereiro de 2026 e de 25% em junho, caso não haja avanço nas negociações.

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A União Europeia afirmou que não há reunião prevista entre Ursula von der Leyen e o presidente dos EUA, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, nesta semana. Bruxelas diz priorizar o diálogo para conter tensões, embora avalie possíveis retaliações às novas ameaças tarifárias dos EUA ligadas à Groenlândia.

A liquidez deve ser reduzida pelo feriado nos EUA. Os investidores analisam ainda dados de inflação doméstica.

A mediana do boletim Focus para a inflação suavizada nos próximos 12 meses seguiu em 4,04%. Um mês antes, era de 3,99%. A mediana para o IPCA de 2026 recuou de 4,05% para 4,02%, abaixo do teto da meta, enquanto nas projeções mais recentes houve leve alta para 4,02%. Para 2027, a estimativa segue estável em 3,80%.

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O IPC-Fipe desacelerou para 0,35% na segunda quadrissemana de janeiro, mas o coordenador do índice , Guilherme Moreira, alerta que a leitura exige cautela, pois a maioria dos grupos ganhou tração. Transportes e Educação seguem como principais pressões, com alta da gasolina e do etanol.

Já o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal acelerou em quatro das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de janeiro, informou a FGV.

No radar está uma entrevista do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao UOL News a partir das 10 horas.

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Em Davos, a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos do Brasil, Esther Dweck, será a única representante do governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial. O setor privado brasileiro marca presença com executivos de bancos e grandes empresas.

Na sexta-feira passada, dia 16, o dólar à vista fechou em R$ 5,3726, (+0,08%), teve apreciação de 0,13%) na semana, mas ainda acumulava queda de 2,12% ante o real em 2026, graças ao diferencial de juros ainda atraente do Brasil.

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