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Dólar sobe por cautela com tarifas dos EUA

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O dólar opera em alta leve no mercado à vista na manhã desta segunda-feira, 23, em meio à cautela internacional, após a moeda americana cair a R$ 5,1759 (-0,98%) no fechamento de sexta-feira (20), menor nível desde maio de 2024, acumulando perda semanal de 1,03%.

Os juros futuros acompanham o sinal positivo do dólar, refletindo também a retaliação do presidente dos EUA Donald Trump, que anunciou no sábado a elevação da chamada Tarifa Mundial de 10% para 15%, após a Suprema Corte do país derrubar o tarifaço comercial anterior na sexta-feira. O Ibovespa futuro recuava 0,51% pouco depois das 9h30, seguindo as perdas dos índices futuros das Bolsas de Nova York.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, anunciaram nesta segunda-feira, em Seul, um plano de ação com o objetivo de estreitar a relação entre os dois países. O acordo inclui memorandos de entendimento nas áreas de saúde, estética, agronegócio e intercâmbio de pessoas.

Para o presidente Lula, não existe justificativa para o protecionismo econômico e o Brasil está pronto para avançar com os procedimentos sanitários para poder vender carne para a Coreia. Ele discursou no encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Coreia do Sul, em Seul.

A Capital Economics avalia que a nova tarifa global de 15% dos EUA deve reduzir a vantagem do Sudeste Asiático sobre a China no comércio de eletrônicos. A consultoria destaca que a China será a maior beneficiada, já que exceções recíprocas farão a tarifa efetiva americana sobre o país cair de 32% para 23%, considerando o fluxo comercial de 2024.

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Na agenda do dia, a mediana do relatório Focus para a inflação suavizada nos próximos 12 meses segue em 3,95%, ante 4,01% um mês antes. A mediana para o IPCA de 2026 recuou de 3,95% para 3,91%, permanecendo abaixo do teto da meta de 4,50%. Para 2027, a estimativa foi mantida em 3,80% pela 16ª semana seguida.

No setor corporativo, a Natura Cosméticos anunciou que a Corte de Apelação da Califórnia (EUA) manteve condenação de US$ 68,8 milhões contra a Avon Products, Inc. no caso Chapman, sobre amianto em talco, e firmou acordo para encerrar o processo, com seguro-garantia da subsidiária Natura&Co Luxembourg cobrindo eventual pagamento.

O grupo Enel anunciou plano estratégico 2026-2028 com investimentos de 53 bilhões de euros, alta de 23%, focando em redes, energias renováveis e clientes finais. Cerca de 26 bilhões vão para renováveis e 26 bilhões para redes, aumentando ativos regulatórios em 22%. América Latina receberá 9 bilhões, sujeitos a cenários regulatórios estáveis.

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