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Dólar sobe e ajuda a apoiar curva de juros em meio a IPCA

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O dólar opera com viés defensivo no mercado à vista na manhã desta terça-feira, 10, diante da alta externa da divisa americana frente aos pares desenvolvidos e divisas emergentes ligadas a commodities.

O mercado conduz uma realização de lucros no câmbio após a moeda americana cair na segunda (9) a R$ 5,1882 - menor valor desde maio de 2024 -, acumulando perdas de 1,13% em fevereiro e de 5,48% neste ano frente ao real.

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Os juros futuros têm leve alta ao longo de toda a curva, acompanhando o dólar, após o IPCA de janeiro vir praticamente em linha com a mediana do mercado, enquanto a média dos núcleos ficou em 0,45% no IPCA de janeiro, de 0,46% em dezembro, e acima da mediana estimada (0,40%).

O IPCA de janeiro subiu 0,33%, ligeiramente acima da mediana das projeções (0,32%). Em 12 meses, a inflação acumulada chegou a 4,44%, também marginalmente acima da estimativa central de 4,43%.

O IGP-M caiu 0,49% na 1ª prévia de fevereiro, após alta de 0,28% na mesma leitura de janeiro. Já o IPC-S manteve variação de 0,59% na 1ª quadrissemana de fevereiro.

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No exterior, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, viajou a Omã para levar a resposta de Teerã à rodada inicial de negociações indiretas com os EUA sobre o programa nuclear, mediadas pelo país. As conversas seguem travadas pelo impasse sobre o direito iraniano de enriquecer urânio.

O chefe da inteligência externa da Estônia, Kaupo Rosin, afirmou que Vladimir Putin não pretende encerrar a guerra na Ucrânia e tenta ganhar tempo nas negociações com os EUA, acreditando poder levar vantagem sobre Washington.

A TSMC registrou receita líquida de NT$ 401,26 bilhões em janeiro de 2026, alta de 36,8% na comparação anual e de 19,8% ante dezembro. Em 2025, a companhia teve receita de NT$ 3,81 trilhões, lucro líquido de NT$ 1,72 trilhão e lucro por ação de NT$ 66,25, segundo dados aprovados pelo conselho.

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