Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Dólar sobe com exterior e volta a fechar acima de R$ 5,40

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar subiu no mercado local nesta segunda-feira, 18, e voltou a superar R$ 5,40, alinhado à valorização da moeda norte-americana no exterior. Após a rodada de depreciação da divisa e sem indicadores relevantes, investidores ficaram cautelosos e realizaram lucros.

Além das negociações por cessar-fogo na Ucrânia, as atenções se voltam a sinais de alívio monetário nos EUA. O mercado financeiro aguarda a ata do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na quarta-feira, 20, e o discurso do chairman Jerome Powell no Simpósio de Jackson Hole, na sexta-feira, 22.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Com máxima de R$ 5,4445, o dólar à vista subiu 0,67%, a R$ 5,4344. Perde 2,97% no mês e 12,07% no ano. O real, líder entre emergentes em 2025, tomou nesta segunda as maiores perdas entre as moedas mais líquidas.

"Tivemos um pouco de realização e desmonte de posições hoje. O dólar chegou a bater R$ 5,38 na semana passada e já tem uma queda bem expressiva no ano", afirma o superintendente da Mesa de Derivativos do BS2, Ricardo Chiumento. "A inflação ao produtor mais forte nos EUA no fim da semana passada deixou o mercado mais cauteloso em relação ao corte de juros pelo Fed neste ano."

Termômetro do dólar ante seis moedas fortes, o Dollar Index (DXY) superou 98,000 pontos, com máxima de 98,186. Ainda recua 1,90% em agosto e 9% no ano. Juros dos Treasuries subiram moderadamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

À tarde, o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu ações "muito positivas" e garantias de segurança aos ucranianos em caso de cessar-fogo com a Rússia. Ele propôs encontro com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o presidente russo, Vladimir Putin, "o mais rápido possível". Zelensky disse ter tido uma "ótima conversa" com o republicano.

Chiumento, do BS2, afirma que o fim da guerra reduziria o preço do petróleo e a inflação, mas, no curto prazo, vê repique nos EUA por causa do tarifaço de Trump.

"A questão para o dólar é a inflação americana. O grande evento da semana é o discurso de Powell. O mercado ainda está tentando entender como o Fed vai agir", afirma Chiumento, que vê R$ 5,45 como nível adequado para a taxa de câmbio. "Se tivermos um Fed mais dovish, podemos ver o dólar novamente mais para baixo, porque o carry é enorme."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Diogo Guillen, desautorizou aposta em corte da Selic neste ano. Reconheceu moderação da atividade, mas disse que a economia ainda cresce acima do potencial.

Ele lembrou que, após pausar o aperto e manter a Selic em 15% ao ano, o BC ainda busca a taxa capaz de levar a inflação à meta. "Uma vez determinada essa taxa de juros apropriada, ela vai ficar parada por um período bastante prolongado", disse Guillen.

O IBC-Br recuou 0,1% em junho (ajuste sazonal), abaixo da mediana de Projeções Broadcast (0,05%) e perto do piso (-0,20%), puxado pelo agronegócio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Bruno Cordeiro, sócio da Kapitalo Investimentos, o real se beneficia de possível alternância de poder em 2026, cenário externo pró-emergentes e carry trade. "Vejo o real caro, mas se segurando por conta de demanda por carrego", disse.

*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline