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Dólar recua com avanço comercial e de olho em PCE dos EUA e dados locais

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O dólar opera em baixa no mercado à vista na manhã desta sexta-feira, 27, reagindo a dados locais benignos de desemprego e inflação no Brasil, além de se ajustar à valorização de alguns pares do real, como peso mexicano, peso chileno e rand sul africano após acordo comercial entre EUA e China e sinais de avanço nas negociações com a União Europeia.

O dólar à vista renovou mínima a R$ 5,4620 (-0,67%) mais cedo, diante da inversão de sinal para baixo do dólar ante moedas fortes após o índice de preços de gastos com consumo (PCE) dos EUA vir em linha com as projeções do mercado e expectativas de corte de juros pelo Federal Reserve neste ano.

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O índice de preços de gastos com consumo (PCE) dos EUA subiu 0,1% em maio na comparação mensal e 2,3% na anual, conforme divulgado pelo Departamento do Comércio, alinhado às expectativas dos analistas.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou nesta sexta que vê uma redução da tensão com a China e que as tarifas de 20% sobre o fentanil na China permanecem em vigor, totalizando 30% de sobretaxas para Pequim.

O presidente do Federal Reserve (Fed) de Minneapolis, Neel Kashkari, disse que continua prevendo dois cortes de juros em 2025

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No Brasil, a taxa de desemprego caiu para 6,2% no trimestre encerrado em maio, de acordo com a Pnad Contínua divulgada pelo IBGE. O resultado ficou abaixo dos 7,1% de um ano antes, dos 6,6% do trimestre até abril e igual ao piso das projeções do mercado. A massa de renda alcançou novo recorde aos R$ 354,6 bilhões.

O IGP-M caiu 1,67% em junho, após recuo de 0,49% em maio e com deflação maior também que o piso das projeções do mercado, de -1,20%, em razão da deflação do IPA-M. Em 12 meses até junho, o índice sobe 4,39%, mas recua 0,94% neste ano.

As concessões de crédito livre dos bancos subiram 0,2% em maio ante abril, para R$ 573,7 bilhões. Em 12 meses até junho, subiu 4,39% e, neste ano, tem queda de 0,94%.

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