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Dólar recua à espera de Powell, mas fiscal limita

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O dólar e os juros médios e longos estão em queda na manhã desta terça-feira, 1, alinhados à desvalorização externa da divisa americana e dos rendimentos dos Treasuries mais longos em meio à alta do petróleo, pressões para corte de juros nos EUA e um compasso de espera por discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, no fórum do BCE, em Portugal (10h30).

As taxas curtas oscilam perto dos ajustes de segunda, de olho no cenário fiscal e se o governo irá acionar o STF para contestar a derrubada do IOF, que geraria arrecadação extra de R$ 12 bilhões para cumprir a meta de déficit zero.

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O advogado-geral da União, Jorge Messias, fará um pronunciamento às 10h15 para anunciar se o governo vai recorrer ao STF para tentar reverter a derrubada do decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O compromisso do Ministério da Fazenda é equilibrar os gastos públicos, seja do lado de gastos, seja do lado da receita, disse o secretário-executivo do ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante a 17ª Annual Brazil Equity Conference, evento do Citi em São Paulo.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o presidente da Câmara, Hugo Motta, é amigo do seu ministério e busca entendimento com o Congresso, mesmo após a derrubada do decreto que aumentava o IOF. Ele defendeu a necessidade das receitas do IOF, da aprovação da MP 1.303/25 e do corte de ao menos R$ 15 bilhões em gastos tributários para fechar as contas de 2025 e 2026.

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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou para 0,16% no fim de junho - próximo do piso das projeções de mercado, entre 0,14% e 0,24%) -, após altas de 0,34% em maio e 0,19% na terceira quadrissemana de junho, segundo a FGV. Com isso, o índice acumula alta de 2,69% em 2025 e de 4,23% em 12 meses.

A Petrobras reajustou o preço do querosene de aviação (QAV) em 2,8% nas refinarias, após ter reduzido em 7,9% no mês anterior.

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