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Dólar passa a cair após inflação ao conusmidor mais fracos no Brasil e EUA

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O mercado de câmbio abriu esta terça-feira, 12 com viés de alta, alinhado à valorização leve do dólar no exterior, mas inverteu para queda ante o real em reação ao fraco IPCA de julho, abaixo do piso das projeções do mercado. A moeda americana ampliou queda e renovou a mínima intradia, a R$ 5,4177 (-0,45%) no mercado á vista por volta das 9h40, após o dado de inflação ao consumidor americano (CPI) vir mais fraco que o esperado em julho na comparação anual, reforçando chance de início de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) em setembro.

Em julho, o índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA aumentou 0,2% em relação a junho conforme as previsões. Anualmente, o CPI cresceu 2,7%, mantendo o mesmo ritmo do mês anterior, enquanto o mercado esperava alta a 2,8%. Em junho, o CPI havia subido 0,3% em termos mensais e 2,7% anualmente.

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No Brasil, em julho, a inflação medida pelo IPCA subiu 0,26%, ligeiramente acima da alta de 0,24% registrada em junho, segundo o IBGE. O resultado ficou abaixo do piso das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast (+0,28%), com teto de 0,39% e mediana de 0,35%.

Segundo analistas, o indicador de inflação local reforça a chance de possível antecipação do início de corte da Selic para dezembro ou janeiro de 2026.

O petróleo acelerou a queda, ajudado ainda pelo relatório mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A organização reafirmou a previsão para avanço da demanda global pela commodity em 2025, mas elevou a de 2026. A organização também manteve a previsão para o aumento da oferta da commodity entre os países fora da Opep+ em 2025, em 800 mil barris por dia (bpd), com as maiores contribuições por Estados Unidos, Brasil, Canadá e Argentina.

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Pesquisa da Ipsos-Ipec revela que 75% dos entrevistados consideram o "tarifaço" imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil como uma decisão de natureza eminentemente política.

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