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Dólar oscila antes do leilão de linha e discussões sobre tarifaço

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O dólar abriu em alta no mercado à vista, mas perdeu força em meio à espera do índice de inflação ao consumidor (CPI) dos EUA em junho (9h30), cujas expectativas são de aceleração da alta na comparação mensal e anual.

No radar interno estão ainda leilão de linha de até US$ 1 bilhão (10h30) e as reuniões do comitê interministerial com empresários sobre a resposta do governo Lula ao tarifaço de 50% dos EUA sobre produtos do Brasil (às 10h e 14h) e de conciliação sobre o IOF entre governo e Congresso, no STF (15h).

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A audiência de conciliação convocada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, para tratar da crise do IOF nesta terça-feira (15), deve ser marcada por ausências. O presidente da Câmara, Hugo Motta, não participará e será representado por um advogado da Casa. Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também deve faltar, segundo aliados.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Senado os nomes de cinco indicados para vagas nas diretorias de agências reguladoras.

A Opep manteve sua previsão de crescimento da demanda global por petróleo em 1,3 milhão de barris por dia (bpd) em 2025, com consumo total estimado em 105,13 milhões de bpd. Para 2026, a projeção também foi mantida, com alta de 1,3 milhão de bpd, levando o consumo a 106,42 milhões de bpd. A Opep também manteve a previsão de aumento da oferta de petróleo por países fora da Opep+ em 800 mil barris por dia (bpd) em 2025, com destaque para EUA, Brasil, Canadá e Argentina. Para 2026, a projeção também foi mantida, com alta de 700 mil bpd.

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O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o governo americano não irá apressar negociações comerciais devido a prazos impostos pelo mercado. Segundo ele, a obsessão em focar nas reações do mercado "não é correta".

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