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Dólar mostra volatilidade em meio alta do petróleo por guerra sem trégua e fator técnico

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O dólar mostra volatilidade no mercado à vista na manhã desta segunda-feira, 30. Retomava a queda, rodando em torno de R$ 5,23 por volta das 9h40, após oscilar nos primeiros negócios. A divisa americana pode estar sofrendo influência de fator técnico ligado à formação da taxa Ptax de fim de março e do primeiro trimestre, que será definida amanhã, pois acumula alta perto de 2% em março.

O investidor ajusta posições de olho na alta do petróleo, com o Brent acima de US$ 107 o barril, por preocupações com a escalada da guerra no Oriente Médio, que está completando um mês, e impactos na inflação e crescimento global. No exterior, o dólar avança ante seis moedas fortes (DXY) e também frente à maioria das divisas emergentes, à exceção de peso colombiano, peso mexicano, rublo russo e o real.

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O presidente Donald Trump disse que os EUA negociam "seriamente" com um novo regime no Irã para encerrar as operações militares e afirmou haver "grandes progressos". Porém, alertou que, sem acordo e com o Estreito de Ormuz fechado, Washington pode intensificar ataques, mirando infraestrutura energética, petróleo, a Ilha de Kharg e até usinas de dessalinização no Irã.

Na Alemanha, a taxa anual de inflação ao consumidor (CPI)acelerou para 2,7% em março, ante 1,9% em fevereiro, segundo o Destatis.

No mercado doméstico, o Boletim Focus trouxe piora nas expectativas de inflação até 2028. A projeção suavizada de IPCA 12 meses à frente passou de 4,07% para 4,10%, segundo o boletim Focus.

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As projeções de IPCA 2026 subiram pela terceira semana seguida, de 4,17% para 4,31%, ante 3,91% há um mês e 0,19 pp abaixo do teto (4,50%). Para 2027, avançaram de 3,80% para 3,84%, ante 3,79% há um mês. Para 2028,passaram de 3,52% para 3,57%.

O IGP-M subiu 0,52% em março, após queda de 0,73% em fevereiro, informou a FGV. O resultado ficou acima da mediana das projeções (0,46%).

As concessões de crédito livre dos bancos caíram 6,8% em fevereiro ante janeiro, para R$ 551,6 bilhões. Em 12 meses, cresceram 8,3%, sem ajuste sazonal, segundo o Banco Central.

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O Índice de Confiança do Comércio (Icom) recuou 2,7 pontos na passagem de fevereiro para março, para 84,6 pontos, enquanto o Índice de Confiança de Serviços (ICS) diminuiu 1,8 ponto no mesmo período, para 88,4 pontos, na série dessazonalizada, informou a FGV.

Na cenário eleitoral, a Paraná Pesquisas mostra o senador Flávio Bolsonaro com 45,2% das intenções de voto e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 44,1% no 2º turno. Brancos e nulos somaram 6,2% e 4,5% não responderam.

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