Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Dólar cede 1,61% na semana, com fluxo estrangeiro e carry trade atrativo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar rondou estabilidade ante o real nesta sexta-feira, 23, com o segmento à vista por fim fechando em leve alta (+0,03%, a R$ 5,2862) relacionada a movimentos de ajustes, após ter tido menor cotação desde novembro de 2025 na quinta. Na semana, contudo, a divisa americana cedeu 1,61%, acumulando uma desvalorização superior a 3,6% em 2026 diante de forte fluxo estrangeiro e carry trade atrativo.

O real não conseguiu ampliar o rali da véspera, nem mesmo com a alta de quase 3% do petróleo e de cerca de 1% do minério de ferro em Dalian ou com o movimento de desvalorização do dólar ante pares fortes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo o especialista em investimentos da Nomad, Bruno Shahini, há uma força compradora na divisa próxima ao nível de R$ 5,30 que limita movimentos de baixa mais intensos, mesmo em um ambiente novamente favorável.

"Como o câmbio valorizou muito nos últimos dias, acho que o desempenho nsta sexta é mero movimento de mercado", disse o economista-chefe da Suno Research, Gustavo Sung. Para ele, o fato de o índice DXY recuar acaba explicando a taxa de câmbio conseguir ainda se manter abaixo de R$ 5,29.

Do ponto de vista fundamentalista, Sung considera que a redução de tensões geopolíticas aumenta o apetite para que investidores mandem fluxo a outros mercados, sendo que o Brasil ainda detém um diferencial de juros, com taxa Selic a 15% ao ano, atrativo para operações de arbitragem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na mesma linha, o sócio especializado em câmbio da One Investimentos, João Duarte, comenta que o real se sustenta neste nível por se beneficiar de um pano de fundo externo mais favorável, que atrai fluxo estrangeiro para câmbio, renda fixa e Bolsa de valores.

O Ibovespa, inclusive, renovou novamente recorde intradia, na faixa inédita de 180,5 mil pontos. Até 21 de janeiro, R$ 12,35 bilhões de recursos externos vieram para a B3, montante que equivale a pouco mais da metade de tudo o que foi aportado pelo segmento em 2025.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline