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Dólar abre em alta, após cair 3,19% em agosto, mas perde força por exterior

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O dólar abriu em alta, após cair 3,19% em agosto, mas passou a recuar no mercado à vista na primeira hora da manhã desta segunda-feira, 1º de setembro. O ajuste negativo reflete a desvalorização da divisa americana ante pares principais e emergentes, influenciada pela baixa liquidez devido ao feriado hoje nos EUA, preocupações com a independência do Federal Reserve e um compasso de espera pelo relatório do mercado de trabalho dos EUA de agosto, o payroll, que sai na sexta-feira.

Investidores locais avaliam o impacto na inflação da manutenção da bandeira vermelha 2 de energia em setembro e o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026 enviado pelo governo ao Congresso no fim do dia na sexta-feira. Também aguardam o PIB do Brasil do segundo trimestre e o início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, por tentativa de golpe de estado, ambos amanhã.

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A Petrobras reduziu em 3,7% o preço médio do querosene de aviação (QAV) vendido às distribuidoras a partir de hoje, o que representa queda de R$ 0,13 por litro.

No boletim Focus, a mediana para a inflação suavizada nos próximos 12 meses passou de 4,34% para 4,38%, segundo o Banco Central. A mediana para o IPCA de 2025 caiu de 4,86% para 4,85%, ainda acima do teto da meta de 4,5%; e para 2026, recuou de 4,33% para 4,31%.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou agosto com queda de 0,44%, segundo a FGV, revertendo a alta de 0,37% registrada em julho. A queda foi mais intensa do que todas as estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast (-0,35% a -0,27%), com mediana em -0,30%. Com o resultado, o IPC-S e acumula alta de 3,76% em 12 meses até agosto e +2,62% no ano.

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O índice que mede a confiança dos industriais exportadores caiu de 50,2 pontos para 45,6 pontos entre junho e agosto, por conta do tarifaço dos EUA, segundo levantamento da CNI. Já o Índice de Confiança Empresarial (ICE) recuou 2,4 pontos em agosto ante julho, conforme a FGV.

Após uma década fora da renda variável, o BNDES lança nesta segunda-feira a "Chamada de Clima", para apoiar fundos com projetos ligados à descarbonização, transição energética, agricultura verde e conservação ambiental.

Perto das 9h30, o dólar comercial apresentava queda de 0,06%, cotado a R$ 5,4189.

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