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Dólar à vista oscila com ajustes após menor preço em mais de um ano e fraqueza externa

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O dólar começou a sessão desta quarta-feira, 13, em alta frente ao real, refletindo ajustes técnicos após ter fechado na terça (12) abaixo de R$ 5,40, no menor nível desde 14 junho de 2024 (R$ 5,3870). Mas a divisa americana já perde força e registrou uma queda pontual, a R$ 5,3807, em meio ao recuo dos juros curtos e intermediários com os dados fracos do varejo brasileiro em junho, que reforçam chances de corte da Selic em janeiro de 2026 e possível melhora da economia.

O viés de alta frente o real no mercado à vista contraria a fraqueza externa do dólar, por expectativas de cortes de juros nos EUA após dados benignos de inflação ao consumidor em julho e compasso de espera por discursos de três dirigentes do Federal Reserve à tarde.

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O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, reiterou que há "uma boa possibilidade" de um corte de 50 pontos-base (pb) pelo Federal Reserve (Fed), em entrevista para a Bloomberg TV, nesta quarta-feira.

No mercado local, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anuncia, às 11h30, a medida provisória que busca proteger empresas brasileiras dos efeitos da tarifa de 50% dos Estados Unidos, com uma linha de crédito de R$ 30 bilhões.

As vendas do comércio varejista caíram 0,1% em junho ante maio, com ajuste sazonal, abaixo da mediana das estimativas (+0,8%), segundo o IBGE. Na comparação anual, houve leve alta de 0,3%. No ano, o varejo restrito acumula crescimento de 1,8%, e em 12 meses, de 2,7%, desacelerando frente ao avanço anterior de 3,0%. Já o varejo ampliado, que inclui veículos, material de construção e atacado alimentício, recuou 2,5% em junho na margem - abaixo do piso das estimativas (-0,9%) - e 3,0% na comparação anual, com crescimento acumulado de 0,5% no ano e 2,0% em 12 meses, também em desaceleração.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que falará com líderes europeus "em breve" e disse que eles são "pessoas excelentes que querem ver um acordo Rússia-Ucrânia fechado".

Os novos empréstimos de bancos da China sofreram uma inesperada contração de 50 bilhões de yuans (cerca de US$ 7 bilhões) em julho, no primeiro declínio em cerca de duas décadas, sinalizando demanda fraca.

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